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Río 2016
 

Uma refugiada cristã síria nos Jogos Olímpicos do Rio

Depois de fugir de Síria por motivos religiosos, e sobreviver a um naufrágio, a nadadora Yusra Mardini faz parte da equipe olímpica de refugiados.

RIO DE JANEIRO 07 DE AGOSTO DE 2016 19:20 h

Yusra Mardini fugiu da Síria faz quase um ano e agora é parte da equipe especial de refugiados nos Jogos Olímpicos do Rio.



Mardini, de só dezoito anos de idade, nasceu numa família cristã de Damasco, onde destacou por seus excelentes resultados acadêmicos e começou a treinar natação com o apoio do Comitê Olímpico Sírio.



Seu trabalho e talento, levaram-na a participar em 2012 nos Campeonatos Mundiais de Natação em três disciplinas diferentes, e tudo apontava a que sua presença em futuros campeonatos de natação parecia assegurada.



 



FUGIDA ACIDENTADA



No entanto, como consequência da guerra civil Síria, Mardini e sua irmã Sarah, fugiram de sua comunidade cristã em Damasco, durante o verão de 2015. Chegaram até Turquia, onde conseguiram entrar numa embarcação junto a uns vinte refugiados, apesar de que a embarcação estava preparada para transportar a seis pessoas.



Durante a viagem, o motor do barco rompeu-se, deixando no meio do oceano a sua sorte. Nesse momento, Yusra decidiu se lançar na água e empurrar o bote até que pudessem encontrar a ajuda.



Três horas e meia mais tarde, a embarcação impulsionada por ela e outros três refugiados, chegava a Lesbos. A nadadora síria e seus três acompanhantes, num ato heroico, conseguiram salvar suas próprias vidas e as de quase mais vinte pessoas.



 



RIO 2016



Yusra e sua família vivem agora em Berlim, onde conseguiram se estabelecer depois de viajar por Europa durante vários dias. Ali retomou seu treinamento com o clube de natação Wasserfreunde Spandau 04, quem, vendo seu potencial, esperavam que Yusra Mardini pudesse atingir os Jogos Olímpicos de Tokio 2020.



Mas seu acelerado progresso e seu intenso trabalho têm permitido à jovem adiantar essa meta até os JJOO de Rio, onde compete dentro da equipe de Atletas Olímpicos Refugiados.



 



“EU SÓ QUERÍA COMPETIR NOS JOGOS”



Mardini tem sido a primeira componente da equipe olímpica de Refugiados em competir no Brasil, e fez ganhando sua série nos 100 metros borboleta.



Seu tempo de um minuto 09.21 segundos não foi suficiente para ganhar seu passe à parte superior 16 e qualificar para as semifinais, mas sua participação, um ano após arriscar sua vida saltando no mar Egeo para ajudar a outros refugiados, se converteu numa das histórias mais inspiradoras dos Jogos.



"Todo foi incrível", disse Mardini. "O único que queria era competir nos Jogos Olímpicos. Tive uma boa sensação no água, de modo que estou feliz por isso, Competir com todos estes grandes campeões é emocionante", acrescentou.


 

 


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