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Jogos Olímpicos 2016
 

Alarme olímpico pelo zika no Brasil

EE UU e Kenia questionam os Jogos do Rio, preocupados pelo vírus, que poderia encontrar na aglomeração olímpica um gigantesco caldo de cultivo e “saltar” a outros países.

10 DE FEVEREIRO DE 2016 19:00 h
Jogos Olímpicos, Brasil Rio Logótipo dos JJOO de Brasil 2016

Zika é uma região arborizada de Uganda na que faz muitos anos um mosquito picou a um macaco febril e depois transmitiu a um humano o vírus que infectava ao primate. Décadas depois, o virus Zika tem saltado desde o coração de África, para ocupar, como palavra temida, um oco destacado no vocabulário olímpico e, como sobrenome de um vírus epidêmico no Brasil, nas preocupações da Organização Mundial da Saúde (OMS).



As autoridades sanitárias temem que a grande concentração de turistas, mais de dois milhões, que se esperam em Rio em agosto, possa contribuir, quando regressem a seus países de origem, à mundialização de uma epidêmia concentrada até o momento em América do Sul.



Recordam, ainda, que o vírus, que se cria concentrado em Micronesia, onde se deu o primeiro caso em 2007, chegou a Latino-américa portado por aficionados das ilhas que foram ao Mundial de futebol de Brasil 2014.



Ainda que os organizadores dos Jogos do Rio em agosto, que instalarão finalmente ar acondicionado na Villa Olímpica para que os atletas possam dormir com as janelas fechadas, o Comité Olímpico Internacional (COI) e o Comitê Olímpico Espanhol (COE) tentam que não cunda o pânico e reclamam prudência, alguns importantes comitês olímpicos nacionais, como o de Estados Unidos ou o de Kenia têm apertado o botão de alarme.



Estados Unidos, a grande potência olímpica, tem concedido a seus desportistas, explicitamente pela primeira vez, liberdade de decisão. “O que tema, que não vá”, lhes disseram os responsáveis olímpicos do país que boicotou os Jogos de Moscovo 80 pela invasão soviética de Afeganistão.



Kenia, vizinho de Uganda e do bosque Zika e grande potência atlética, tem anunciado, por boca de sua legendario campeão de México 68 Kip Keino, que está  pensando em não ir ao Brasil. “A saúde de nossa juventude é mais importante que os Jogos”, disse Keino, que também é presidente do Comité Olímpico Keniano, temeroso também de devolver a África o vírus.


 

 


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