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Psicologia
 

Narcisista e psicópata, personalidades tóxicas em aumento

Os psicólogos alertam que a sociedade atual favorece um tipo de perfil de gente sem empatía, egoístas, que usam aos demais para benefício próprio, especialmente estima e poder.

FONTES La Vanguardia BARCELONA 03 DE DEZEMBRO DE 2014 19:50 h
psicópata narcisista Foto de Dan Hatton

Todos, absolutamente todos, temos rasgos tóxicos. Imaginar uma vida sem que algum de nós tenha cometido algum erro ou não tenha tido uma atitude negativa consigo mesmo e com os demais é mais que uma missão impossível. A Biblia chama-o simplesmente pecado.



Por isso o ser humano não é perfeito e sempre vai ter defeitos mais ou menos visíveis, ainda que em grande parte reconhecível. O problema arraiga no momento em que uma pessoa não reconhece esses rasgos ou atitudes como tóxicas, e adopta uma forma de vida e uma estrutura habitual de pensamento na que os demais sempre são os culpados de tudo.



Bernardo Stamateas, psicólogo e autor de super vendas como Gente tóxica ou Emoções tóxicas, define às pessoas tóxicas como “adictos emocionais com muito baixa empatía que precisam fazer dano aos demais para poder se sentir bem”. Stamateas acha que o medo e a culpa são as duas emoções básicas que utilizam para manipular aos demais, e o fazem “de uma forma premeditada, consciente e reiterada”.



Por sua vez, a psicóloga clínica e técnica em educação emocional, Maria Dolors Mas, enfatiza que “as pessoas costumam ser tóxicas dentro de relações inter-pessoais como a família, o trabalho ou as relações amorosas, contexto no que fazem dano através do desgaste, a intimidação, a culpa ou fazendo ver que os demais não existem”.



Ambos psicólogos coincidem em indicar que, na sociedade atual, há dois tipos de perfis tóxicos que têm ido a mais e que podem ser facilmente reconhecíveis em nossos círculos íntimos habituais: os narcisistas e os psicópatas.



 



EGOÍSMO E PODER



O narcisista é o que popularmente se conhece como uma pessoa egoísta em extremo: “Não se crê a melhor obra de Deus, senão se crê diretamente Deus”, explica Stamateas. O autor define a este tipo de gente como “pessoas que se põem no centro do universo e às que os demais têm que render agradecimento e satisfazer seus desejos e caprichos porque se pensam que é uma bênção que lhes possam ter como parte de sua vida”.



O conferenciante acrescenta que “são pessoas superficiais, caprichosas e que podem chegar a ser muito agressivas verbalmente quando os demais brilham ou não lhe reconhecem suas conquistas”. A psicóloga Maria Dolors Mas afirma que “é espantoso ver como este tipo de pessoa tem ido a mais”...



O outro perfil de pessoa tóxica que tem ido ao pico nos últimos anos o que se catalogou como psicópata e que vai para além do retrato de pessoa que conhecemos pelas séries ou filmes policiais. Bernado Stamateas define ao psicópata como “aquela pessoa que ama o poder desde qualquer âmbito e os demais se convertem em objetos de usar e atirar. O autor explica que “não estabelecem limites afetivos, não respeitam os limites, são impulsivos e não sentem grandes remordimentos quando fazem dano aos demais”.Stamateas completa a descrição dos psicópatas com esta análise: “São pessoas que não toleram a frustração e que vivem qualquer limite que lhe ponham como um roubo de liberdade”.



 



CULTURA CONSUMISTA



Ante el crecimiento de personas con estos dos perfiles, los profesionales de la psicología han tenido que abrir consulta a personas que con estos rasgos o, de manera más habitual, a gente que se ha visto afectada por la toxicidad de sus relaciones.



Stamateas achaca esta tendencia al modelo de sociedad que estamos construyendo en los últimos años: “Nuestra cultura se basa cada vez más en el consumismo, inventan cosas que convertimos en necesidades y hay una preponderancia del individualismo”. Para el autor, “todos estos valores individualistas y consumistas generan un tipo de cultura en la que se pierden los vínculos amorosos y se potencian los rasgos tóxicos”.



El psicólogo habla de dos tipos de relaciones: “Una es la basada en el yo te doy y recibo a cambio, que es la que más funciona en el trabajo, y luego está las que se basan en dar sin esperar ninguna contrapartida, sólo por el placer de dar”. Stamateas cree que “tenemos que construir una cultura más amorosa, que construya más vínculos sanos y huya del toma y dame”.



 



HAMBRIENTOS DE AUTOESTIMA



El desarrollo y expansión de las nuevas tecnologías y la imparable aproximación a las redes sociales ha generado, según el psicólogo Bernando Stamateas, la aparición de un nuevo perfil tóxico al que cataloga como “buscadores de miradas y de reconocimiento”.



Para el terapeuta, el problema de compartir información a través de la red reside cuando “no hay una utilidad social, y sólo se comparte la intimidad con el objetivo de acumular las miradas de los demás. Esta gente se convierten en buscadores compulsivos de autoestima, de deseabilidad social”. El autor concluye que “esto genera la ilusión de que la estima viene de la mirada de fuera hacia dentro, cuando es justo lo contrario”.



Este tipo de perfil más moderno, comparte espacio con personas tóxicas que han sido más comunes a lo largo de la historia como el envidioso (le angustia los logros de los demás y lo único que calma su angustia es descalificar al otro), el quejoso o criticón (personas frustradas en una determinada área de su vida y que expresan ese sentimiento frustrando a los demás) o el triangulador (utilizan a otras personas de ariete para ir contra alguien al que no pueden ver, en lugar de enfrentarse ellos mismos con el problema).



 



ESTRATEGIAS PARA ALEJARSE DE ALGUIEN TÓXICO



Es más que probable que todos coincidamos o hayamos coincidido en algún momento de nuestra vida con una persona con marcados rasgos tóxicos o con una relación que nos perjudica mucho más de lo que nos aporta. En este sentido, no es lo mismo tener que poner límites a una persona tóxica desconocida, algo más fácil de llevar a cabo porque no existen lazos afectivos, que tener que hacerlo con alguien que forma parte de nuestro entorno más cercano como puede ser la familia o el trabajo.



Bernardo Stamateas recomienda como principal consejo dejar bien claro cuáles son nuestros objetivos y determinar nuestras elecciones con los vínculos afectivos: “Nuestros afectos tienen que estar basados en el amor, no en el toma y dame, por lo que lo más fácil es buscar gente que nos aporte o añada valor, no que nos reste”. Para el terapeuta también es clave enseñarles a los demás cómo queremos que nos traten: “Hay que saber explicitar qué esperamos y qué no esperamos del otro, sin dar nada por supuesto; no podemos poner límites a los demás si antes no lo hacemos con nosotros mismos”.



La técnica en educación emocional, Maria Dolors Mas, propone, por su parte, “en el caso de estar sufriendo una relación tóxica, no obsesionarse con esa persona para evitar maltratarse a uno mismo”. Mas también cree que hay que controlar la inseguridad que provoca estar inmerso en una relación tóxica e intentar encontrar salidas que vayan más allá de focalizar nuestra vida en torno a la persona o personas tóxicas que nos rodean”.



Por último Stamateas difunde una última estrategia en forma de sentencia final: “Cuando uno construye vínculos amorosos con los demás, es muy probable que la gente tóxica se aleje sola”.


 

 


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