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Em Estados Unidos
 

Comer em excesso, a tentação mais comum para os protestantes

Entre as tentações mais estendidas está a ansiedade, a procrastinação, a preguiça e o desanimo.
ESTADOS UNIDOS 10 DE JANEIRO DE 2013

Diz a Biblia que é “bem aventurado o varão que suporta a tentação” (Stg. 1:12), algo que faz parte da vida quotidiana de qualquer pessoa. Mas quais são as tentações mais comuns?

Na sociedade estado unidense, segundo um estudo realizado por Barna, as tentações mais habituais são a de procrastinar (isto é, deixar coisas para resolvê-las mais tarde) e a de estar ansioso ou preocupado. Uns 60 por cento da população diz estar submetido a estas tentações.



No entanto, o relatório destaca que para os protestantes a maior tentação é a de comer em excesso, com uma incidência em uns 66% dos deste credo, a diferença dos católicos (44%) e do resto da população de outros credos (44%).



Por outra parte, 42% admite passar demasiado tempo pendente dos meios de comunicação, e quatro em cada dez vê-se tentado pela preguiça no trabalho.



Outras tentações mencionadas, ainda que não tão estendidas, estão mais relacionadas com os que se consideram “pecados morais”. Assim, uns 26% dos adultos admite ser tentado a realizar fofocas, uns 24% tem tentações de ciúmes, um 18% é tentado a ver pornografía, um 12% a mentir, um 11% a abusar de álcool ou drogas e cerca de uns 11 por cento admite se tentar de “fofocar” no correio electrónico alheio.



Quanto à tentação de realizar um ato sexual inapropiado com alguém, um 9% dos adultos (e um 5% dos protestantes) admitiu lutar com frequência contra ela.



O estudo levou-se a cabo como parte da investigação que realiza o bispo anglicano Todd Hunter para um livro que publicará proximamente, que se titula Nossos pecados favoritos. O livro pretende ajudar aos leitores a compreender a natureza da tentação e o pecado.



E A IDOLATRIA?

Outro autor, Kyle Idleman, diz que ainda que o estudo é útil e reflete com precisão as tentações da cultura de EE.UU., acha que tem sido um grave erro deixar fora da lista ao que considera que é o principal de todos: a idolatria.



“Realmente é o único pecado pelo que todos estes outros pecados vêm. Nossos pecados favoritos em realidade mostram a nosso deus favorito. Em última instância a cada vez que caímos em uma dessas tentações estamos a eleger a um deus falso. A idolatria é o principal pecado na Biblia e isso não tem mudado. Mas agora em lugar de nos inclinar ante estátuas talhadas, fazemos nossas reverências com nossos cartões de crédito, em nossas buscas em Internet, na forma de administrar nosso tempo. Nossos templos agora são algumas páginas site, restaurantes e estádios deportivos”, disse em uma declaração a The Christian Pós.



MANEIRAS DE REACIONAR

O estudo também perguntou aos interrogados quais eram as razões para cair nestas tentações. Muito poucos (só 1%) culpam a sua natureza humana e pecaminosa. A metade limitou-se a dizer que “não estão realmente seguros” e uns 20 por cento disseram que era “uma via de escape” ou, simplesmente, algo “que gosto”.



Menos do 10 por cento disse que o fez para “sentir menos dor” ou “para satisfazer as expectativas da gente”. Uns dois por cento disseram que era uma forma de “tomar um atalho para o sucesso” e outro 1 por cento admitiu que “não teve suficiente força de vontade”.



Para resistir a tentação, mais da metade dos interrogados admitiram que não fizeram nada concreto. Nas gerações mais jovens teve menos oposição a evitar a tentação. Por credos, tanto protestantes como católicos admitiram maioritariamente que tentavam evitar as tentações.



A oração (18 por cento) resultou ser a forma mais comum para resistir a tentação. Outros doze por cento disse usar a razão, o 10 por cento simplesmente dizer “não” e apartar do foco de tentação. Uns 8 por cento disse que tentava enfocar-se em outra coisa, e 7 por cento evitou a tentação considerando as consequências. Só 4 por cento tomou medidas preventivas e uns três por cento se apoiou em uma maior leitura da Biblia.



OS JOVENS SE RESISTEM MENOS

David Kinnaman, presidente de Barna Group, assinala como “preocupante” que os mais jovens são mais propensos a admitir que são tentados e ao mesmo tempo mais faceis para cair.



“A maior preocupação está em que os mais jovens começam a aceitar estas emoções como algo normal”, começando a pensar que “em realidade ser tentado não é intrinsecamente mau, como resultado da influência dos meios de comunicação e a variação de valores na sociedade. Desde depois, parece estar a surgir uma nova moral segundo a qual a tentação não é algo que deve se evitar, senão mais bem uma característica relativamente benigna da vida moderna”, conclui Kinnaman.
 

 


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