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11 de outubro
 

Celebra-se o primeiro Dia Internacional das Meninas

A ONU designa, neste dia, chamando a uma maior proteção para um dos coletivos mais desprotegidos no mundo.
11 DE OUTUBRO DE 2012

As cifras que compartilha Nações Unidas são para reflexionar: perto de 75 milhões de meninas não vão à escola; a cada ano dez milhões são obrigadas a casar-se antes de cumprir os 18 anos e 150 milhões são vítimas da violência física e sexual. Estas preocupantes cifras têm levado à ONU a declarar este 11 de outubro Dia Internacional das Meninas, no que desde diferentes organizações internacionais governamentais e não governamentais se faz ênfases na proteção das meninas do mundo.



O objetivo das Nações Unidas é dar visibilidade a milhões de menores que vivem numa situação de vulnerabilidade e sem acesso à educação, o que lhes condena à pobreza por toda a vida. Unicef alerta além da gravidade dos casais precoces e forçados. Num comunicado denuncia que casar a uma menina é converter numa escrava por toda a vida.



É a primeira vez que se celebra no mundo o Dia das Meninas. Foi uma iniciativa da ONG Plano que tem conseguido que esta noite o estádio Santiago Bernabéu se ilumine, como farão também outros oito edifícios e monumentos do mundo, entre eles as Pirâmides do Egipto e o Empire State.



MOTOR DE MUDANÇA

Desde a ONG defendem que uma educação adequada para as meninas pode transformar uma sociedade. No entanto, menos de dois centavos de cada dólar que se dedica a Cooperação vão destinados a elas, segundo uma campanha de sensibilização titulada The Girl Effect.



“Temos estado quatro anos trabalhando com Nações Unidas para criar este dia porque entendemos que as meninas são as mais vulneráveis da sociedade. De uma família, a última que come é a menina, é a primeira que deixa o colégio, sofre mutilação sexual, problemas de saúde reprodutiva, casal temporão... O simples fato de nascer é algo que não se celebra em muitos países do mundo”, resume Concha López, diretora geral de PLANO Internacional Espanha, segundo recolhe o site do Mundo.



“Incidimos na necessidade de investir nelas, não de ajudar. Além de uma questão de direitos fundamentais, é algo chave no processo econômico de um país -o aumento de 1% na porcentagem de meninas que cursam secundária, sobe uns 0,3% o PIB, inclusive um 1% em países como Bangladesh- É algo empírico”, acrescenta López. O objetivo que marca sua organização é também concreto: que quatro milhões de meninas tenham acesso ao menos nove anos de educação de qualidade, o que se traduz numa “maior consciência de si mesmas que lhes ajude a tomar decisões. Esse seria o verdadeiro motor de mudança do mundo”.
 

 


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