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Porém baixou a inversão
 

O número de milionários no mundo cresceu durante 2011

Na Europa, a crise da eurozona não afetou a tendência de subir o número de ricos como já acontece nos últimos anos
20 DE JUNHO DE 2012

A cifra de pessoas com uma riqueza patrimonial superior ao milhão de dólares cresceu ligeiramente em 2011 ainda que seu nível de inversão se estancou e inclusive retrocedeu devido a crise em Europa e a instabilidade geral dos mercados, de acordo com um informe feito público nesta terça-feira.



O estudo, realizado por Capgemini em colaboração com o Banco de Canadá, afirma que o número de individuos que tem de um milhão de dólares ou mais para investir se manteve em torno aos 11 milhões, mas que essa riqueza agregada suceptível de inversão descendeu 1,7%. "Depois do robusto crescimento de 8,3% em 2010 e do 17% em 2009, a população de indivíduos com alto nível de patrimônio no mundo cresceu marginalmente uns 0,8 em 2011", afirma o documento.



"A maior parte deste crescimento pode atribuir-se a individuos situados no segmento de um a cinco milhões de dólares, que cresceu 1,1% e representa 90% da população mundial de indivíduos com alto nível de patrimônio", acrescenta.



INFLUÊNCIA DA CRISE

Segundo o relatório, a razão principal para este estancamento foi a crise na Eurozona que "generou especial nervosismo pois aumentou a volatilidade dos mercados e contribuiu ao lento crescimento da economia mundial". "Ao analizar as condições econômicas e de mercado do ano 2011 se observa que os motivos foram muitos, mas sem dúvida a incerteza em torno a continua crise de dívida na eurozona foi um fator crítico", argumentou.



"A incerteza econômica e dos mercados levaram a muitos inversionistas a manter-se à margem, ou quando menos a inclinar-se por inversões de menor risco, como os títulos do Tesouro de EEUU, que são habitualmente buscados por sua capacidade de preservação do capital", acrescentou.



MILIONÁRIOS "SOMAM" EM AMÉRICA LATINA

Por regiões, a maior parte destes ricos seguiu concentrando-se em Estados Unidos, Alemanha e Japão, que congregam os 53% do total, com China e quarto lugar a muita distância. O maior crescimento de "inversores milionários" se detectou, não obstante, em América Latina com 5,4%, ainda que também foi a mais afetada pelo descenso na capacidade de inversão, com uma queda de três pontos.



Brasil foi o que experimentou um maior crescimento em número de milionários. "Ao cair a demanda de muitas matérias primas em 2011, a riqueza dos indivíduos com alto nível de patrimônio em América Latina se viu afetada e declinou 2.9%, com 7.100 milhões de dólares", argumenta o relatório.



Por paises, foi também Brasil que experimentou um maior crescimento em número de milionários entre os doze primeiros estados da lista, com 6,2%, ainda que ficou na mesma posição - a décima primeira- que tinha em 2011.



Igualmente se produziu um importante número de milionários em África e a denominada região de Asia Pacífico, apesar do declínio que se produziu na Índia, país que desapareceu da lista mundial de 12 depois de ser superado pela Coréia do Sul.



Com um aumento de 1,6%, Extremo Oriente superou por primera vez a Estados Unidos na cabeça dos milionários, ainda que não na da chamada riqueza susceptível de inversão. Igualmente se constatou um incremento no Oriente Médio, onde tanto o número de ricos como o caudal a invertir cresceram 2,7% e 0,7% respectivamente.



A CRISE NÃO AFETA AOS RICOS EUROPEOS

Na Europa, essa mesma crise da eurozona não afetou a tendência ao subir do número de ricos obtida nos dois últimos anos —cresceu 1,1%—, graças sobre tudo ao ingresso de indivíduos com alto nível de patrimônio em mercados clave como Rússia, Suiça e os Países Baixos.



Teve um impacto negativo, não obstante, na inversão, que diminuiu na mesma porcentagem devido, sobre tudo, a cautela dos inversores sobre a capacidade de dívida dos estados, o que os levou a buscar opções mais seguras em outras zonas.



Neste contexto, o estudo conclui que "a incerteza seguramente seguirá predominando nos mercados e nas economías do mundo a curto prazo", o que levará a estes milionários a optar pelo que denomina como "inversões emocionais".
 

 


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