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Em abril de 1942
 

O Serviço de Inteligência Britânico detectou que Hitler sofria paranóia

Identificaram os sintomas em um informe, semanas antes de iniciar Hitler a "Solução final"
REINO UNIDO 16 DE MAIO DE 2012

A saúde mental de Hitler, um dos personagens mais nefastos do século XX, foi analizada em reiteradas ocasiões. A recente descoberta de um documento com data de abril de 1942, confirma diagnósticos anteriores mas em uma data bem anterior.



Os britânicos consideravam até a metade da guerra que o lider nazista havía caído em uma rede de ilusões religiosas, de enfermidade paranóica crescente, que lhe estavam provocando um alarmante complexo de enviado divino frente ao mal absoluto que encarnavam os judeus. Assim demonstra uma análise do Serviço de Inteligência britânico, o MI6, sobre um discurso de Hitler em 1942 descoberto recentemente. Ainda que agora pareça como um acontecimento aceito, o desequilibrio do Fuhrer, não era tanto então, quando ainda comandava um exército que seguia sendo temível.



O exército alemão havía sofrido sérios contratempos durante o anterior inverno russo e suas tropas se hachavam dispersas desde as areias de Líbia até os confins da Europa, indo no mais profundo da Russia. Os soviéticos apesar de haver perdido milhões de homens, Ucrânia e Bielorrússia, havíam detido à Wehrmacht.



Por tanto foi escrito em um momento em que o conflito começava a estar do lado dos aliados, e mostra a percepção dos analistas britânicos de signos palpáveis de paranóia na oratória do ditador alemão.



O DOCUMENTO

O documento que acaba de ver a luz foi escrito por Joseph MacCurdy, investigador da Universidade de Cambridge, Reino Unido, e foi achado entre alguns arquivos dos familiares de Mark Abrams, um científico social que trabalhou para a Unidade de Análises da Propaganda da cadeia pública BBC e para o Painel da Guerra Psicológica durante a Segunda Guerra Mundial. A Abrams se lhe considera pioneiro da investigação de mercado e pesquisas de opinião.



A análise foi realizada pelo Serviço de Inteligência Britânica semanas antes de que Hitler pusesse em marcha a chamada “Solução Final”, isto é, os planos para exterminar em massa aos judeus.Entretanto, ainda não existía uma manifestação palpável do grau de loucura, maldade e destruição ao que se ia chegar.



O documento demonstra que a Inteligência inglesa foi consciente de que o ditador colocava a culpa da incipiente ameaça de derrota ao “inimigo em casa”, os judeus, o que ia dar o chute de saída à solução final, o intento de exterminio de todo o povo de Israel.O estudo detecta ainda um temor crescente pela derrota junto à exaberbação do ódio pelos judeus.



Efetuado por Joseph McCurdy teve como base um discurso radiofônico de 26 de abril de 1942. O primeiro que se deu conta é de que o “xamanismo”, essa mágia que caracterizava a seus primeiros discursos em Núremberg havía desaparecido, sua oratória era agora uma sombra do que foi. Mas McCurdy também palpou em Hitler o desanimador sentimento que se produz quando as coisas não vão bem, o dirigente alemão começava a considerar a possibilidade da derrota de seu Reich dos mil anos.



Mas o mais alarmante para Mccurdy era a paranóia crescente do ditador. O acadêmico afirmava que Hitler tinha um “complexo messiânico”, e cría liderar uma cruzada da raça superior contra o mal encarnado pelos judeus. O documento mostra junto ao incremento da fobia judaica e que Hitler não lhes via só como uma ameaça para Alemanha e sim que eram uma “agência do mal universal”.



As conclusões do agente de inteligência são que “Hitler estava atrapado em uma teia de aranha de ilusões religiosas”. “Os judeus são a encarnação do demônio, enquanto que ele era a encarnação do espírito do bem. Ele é um Deus debaixo do que a sacrificada vitória contra o mal se pode conseguir. Não disse com estas palavras, mas isto explicaria sua forma escura de expressar-se”, concluiu McCurdy.
 

 


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