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Tarefas pendentes
 

postergar: adiar, um hábito nada saudável

O costume de adiar pode gerar dependência de elementos externos, como navegar em Internet, sair de compras, comer compulsivamente, entre outras.
MADRID 27 DE MARçO DE 2012

“Não deixes para amanhã o que podes fazer hoje”, diz um ditado popular de muito mérito. É que o habitual deixar para depois, tem um custo elevado, já que os retrasos, evitados, geram perdas de produtividade, além de causar estragos emocionais, principalmente corroendo a auto-estima.



A ação do hábito de adiar atividades ou situações que devem atender-se, substituindo por outras situações mais irrelevantes e agradáveis é um costume muito humano conhecido como procrastinação (de latínpro, adiante, ecrastinus, referente ao futuro).



A procrastinação como síndrome que foge de responsabilizar-se adiando tarefas a realizar pode levar o indivíduo a refugiar-se em atividades alheias a sua missão. O costumbre de deixar para depois, se bem não se demonstrou totalmente, pode gerar dependência de diversos elementos externos, tais como navegar em Internet, ler livros, sair de compras, comer compulsivamente ou deixar-se absorver em excesso pela rotina laboral, entre outras, como pretexto para fugir de alguma responsabilidade, ação ou decisão.



Científicos da Universidade de Constanza (Alemanha) estudaram a fundo a procrastinação e chegaram a conclusão de que as pessoas se comportam assim porque creêm que o dia de amanhã será mais adequado para por em prática o planejado. E também demonstraram que a tendência a adiar é menor se se organiza a tarefa em términos muito concretos e específicos.



UMA FÓRMULA EXPLICATIVA

Por sua parte, Piers Steel, investigador da Universidade de Calgary, desenvolveu uma fórmula (batizada como teoria da motivação temporal, que, segundo assegura, explica a procrastinação: U=EV/ID.



U é a Utilidade da tarefa uma vez realizada, e seu valor é proporcional ao produto das Expectativas (E) pelo valor que lhe concedemos a terminar o trabalho (V), e inversamente proporcional a urgência(I) e à sensibilidade de cada pessoa aos retrasos (D).



Quer dizer, que segundo esta fórmula as tarefas que queremos que se leven a cabo melhor e as que mais importância outorgamos são as que mais frequentemente demoramos. Mais que preguiça, diz Steel, o que tem por trás da procrastinação é um excesso de perfeccionismo.



Talvez por isso é que em nossa ‘bandeja de entrada’ costumam ficar sem responder os emails que consideramos mais importantes. O esse móvel que necessita uma mão de pintura nos faz exclamar: “devo fazer”, uma e outra vez. Asté que chega o momento de tomar coragem e encarar a tarefa, experimentando depois uma grande satisfação.
 

 


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