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Conselhos de um neurocientista
 

Manter saudável o cérebro depende de como o cuidemos

Um cérebro saudável necessita certos cuidados, ter esperança, sentido da vida e evitar o ‘apagão emocional’.
MADRID 23 DE FEVEREIRO DE 2012

Já sabíamos que manter o cérebro ativo ao longo de toda a vida, seja através da leitura, a escritura ou jogos de inteligência, é importante para mantê-lo jovem. Agora o neurocientista e catedrático de Fisiología Humana da Universidade Complutense de Madrid, o doutor Francisco Mora, acrescenta a necessidade de disfrutar da vida e não sucumbir ao que ele qualifica como o "apagão emocional".



Em sua opinião, o "apagão emocional" que se costuma produzir após a aposentadoria, entre os 50 e 60 anos, "é o início do fim da vida", porque “se perde a emoção que é a energía que nos mantém vivos”.



Segundo o catedrático, “nas mãos do ser humano está o envelhecer com êxito, o que significa sem enfermidades e defendendo as capacidades cognitivas, para que, ao menos, não haja nenhuma alteração grave até bem avançados os 90 anos".



ESTILO DE VIDA

Mora, autor do livro “Se pode atrasar o envelhecimento do cérebro?”, afirma que o cérebro se pode manter jovem sempre que sigamos determinadas pautas de estilo de vida.



"A contribuição da genética pode estar em uns 25 por cento, porém o cérebro depende em uns 75 por cento do estilo de vida que cada um desenvolve”, observa.



O cientista recorda que "os gens mutados que nos predispõem às enfermidades tem que expressar-se por um estilo de vida” e que, portanto, “se conhecessemos que estilos de vida devemos evitar, não teríamos algumas enfermidades".



CHAVES ANTI-ENVELHECIMENTO

A melhor maneira de ter um órgão ativo é utilizando, já que o cérebro envelhece nas partes que não se tem exercitado. "A sociedade se tem acomodado a valores e normas que influenciam no envelhecimento do cérebro. Nossa riqueza nos está fazendo um mal em vez de um bem. Tem que mudar", sustenta o expecialista.



Mora, que foi o encarregado de abrir a Conferência Inaugural do 22 Congresso Internacional de Optometría, Contactología e Óptica Oftálmica -OPTOM 2012-, propõe 12 chaves que –afirma- a ciência tem "constatado" que são efetivas para reduzir o processo de envelhecimento. A grande maioria são conselhos emocionais que estimulam a mente. Assim, dentro da lista, só se pode ver o hábito de fumar como prática nociva que recomenda eliminar.



O primeiro ponto dá ênfase na necessidade de comer menos e de modo saudável. "A população está sobre-alimentada, produzimos radicais livres que são um dano para o cérebro e o resto do corpo", portanto a restrição calórica é um dos instrumentos que "aumentam o número de neurônios novos em áreas que tem que ver com a memória".



Em segundo lugar, aconselha fazer exercício físico aeróbico com regularidade porque oxigena o cérebro e entram sustâncias que o rejuvenecem. Ainda, adverte, "o corpo está desenhado para correr e saltar, desde que nos fizemos sedentários padecemos muitas mais enfermidades".



O terceiro ponto éexercitar a mente, e para isso recomenda viajar muito, não viver só e adaptar-se ás mudanças sociais.



MAIS DESAFIOS

Nos seguintes pontos, Mora aconselha procurar não viver com estresse e com desesperança, dar sentido à vida com agradecimento, alcançar a felicidade das pequenas coisas, evitar o "apagão" emocional e desfrutar de um sonho prazeroso"somente com a luz do céu".



Aconselha seguir estas chaves a qualquer idade e aprender um idioma novo, já que esta tarefa se converte em um estímulo para manter o cérebro ativo, sobre tudo se se supera os 40 anos. "É uma maneira de exigir-se a si mesmo, que é o que o cérebro requer”, disse. “O cérebro requer desafíos como o de aprender e memorizar, isto ajuda a mudar a fiação do cérebro para bem. Aprender um idioma é ainda um alimento emocional porque alguém que a partir dos 50 anos tem a capacidade de o fazer, é digno de admiração", conclue.
 

 


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