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A ONU denuncia crimes de guerra em Iraque e Síria

A cada semana o Estado Islâmico “executa a opositores ou a pessoas de outras crenças religiosas”, diz o relatório.
GENEBRA 27 DE AGOSTO DE 2014

A cada semana o Estado Islâmico “executa a opositores ou a pessoas de outras crenças religiosas”, diz o relatório.



As milícias do Estado Islâmico levam a cabo atrocidades nas zonas que controlam em Síria para estender o pânico entre a população, com execuções públicas às que obrigam inclusive as crianças a assistirem.



Não são os únicos. Também as tropas do governo e outros grupos armados atuam sem *escrúpulos contra a população civil e são responsáveis por crimes de guerra. Os que mais sofrem são as mulheres e as crianças. “A cada dia morrem centenas de civis, enquanto seguem os combates sem ter em conta a lei ou a consciência”, afirmou o presidente da comissão, Paulo *Pinheiro.



Os soldados do regime de *Bashar ao *Asad atacam as zonas residenciais com *proyectiles e as *destrutivas bombas de barril. As forças do Governo têm arrojado bombas contra zonas civis, incluindo algumas que se crê continham *cloro, em oito incidentes em abril, e têm cometido outros crimes de guerra que devem ser julgados, disseram os pesquisadores numa reportagem de 45 páginas divulgado em Genebra.



EXECUÇÕES BAIXO A '*SHARIA'

EXECUÇÕES BAIXO A '*SHARIA'O relatório baseia-se em entrevistas a 480 testemunhas entre o 20 de janeiro e o 15 de julho. Segundo os depoimentos, a cada sextas-feiras, após as orações, as milícias do Estado Islâmico reúnem à população no norte e nordeste de Síria e executam cruelmente a supostos opositores, delinquentes ou pessoas de outras crenças religiosas. O *ritual sem piedade que se baseia supostamente na *Sharia ou lei islâmica inclui a amputação de membros e *açoitadas.



“Os membros de *EIIL cometeram crimes de guerra e contra a humanidade -entre eles assassinatos, desaparecimentos de pessoas e *expulsão de população- nas províncias de *Alepo e *Raqqa”, afirma o reporte.



Os terroristas de *EIIL são “uma ameaça clara e real para a população civil, sobretudo para as minorias, nas zonas baixo seu controle em Síria e seus arredores”, disse *Pinheiro. A chegada da cada vez mais *yihadistas estrangeiros aumenta ainda mais o perigo de que a guerra de Síria se estenda ainda mais. Ao todo *EIIL contaria com uns 50.000 homens em Síria, país que lhe serve além de retirada em seus ataques em Iraque.



Os pesquisadores da ONU denunciam que todas as partes em conflito recebem grandes quantidades de armas e munição de seus simpatizantes no estrangeiro, pelo que reiteraram seu pedido de que se imponha um embargo.
 

 


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