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Vozes pela reconciliação
 

Evangélicos em Israel: ‘Deixemos de acusar ao adversário de todos os males’

Líderes cristãos de ambos lados do conflito pedem uma aproximação em *humildade, reconhecendo erros próprios.
JERUSALÉM 28 DE JULHO DE 2014

De novo, cristãos evangélicos na zona de conflito palestino-israelita levantam a voz para pedir que não se façam interpretações simplistas do conflito. Evangélicos árabes fazem questão de recordar que “entre os cidadãos palestinos de Gaza e Cisjordânia há cristãos”, crentes que estãosofrendo especialmente as consequências dos bombardeios.Também a Aliança Evangélica de Israel se expressou pedindo *humildade.



*Munir S. *Kakish, presidente do Conselho de igrejas Evangélicas de Terra Santa (cristãos palestinos), enfatizava recentemente numa entrevista com o Christian Pós que “aqui [em referência a Palestina] tem tido cristãos árabes desde os tempos de *Jesus Cristo”.



O *desconhecimento do conflito é um problema no mundo ocidental, e também entre os cristãos, considera *Kakish. “Ocidente não tem dado resposta aos problemas que se dão na Faixa de Gaza”, como os “7 anos de bloqueio e restrição de movimentos que têm convertido Gaza numa grande prisão”, sumida no “desastre económico e a falta de assistência médica”.


Os palestinos, defendem *Kakish, querem “uma vida que seja *suportável”. O líder evangélico palestino considera que enquanto Israel e Palestina sigam se disputando territórios sem intenção de ceder um acordo, não conseguir-se-á a paz.



“Enquanto os palestinos sigam querendo todas suas fronteiras de 1967, não terá paz”, e “não terá paz enquanto Israel sinta que *Judea e *Samaria é sua pátria sem respeitar que os habitantes dessas terras têm vivido ali por milhares de anos”.



Sobre a função dos cristãos palestinos, o pastor acrescentava: “Seguiremos aqui em Terra Santa proclamando o evangelho e ajudando a famílias e meninos que precisam fornecimentos para viver. Nossa oração é que a gente ouça que estamos a falar e atuando nesta situação que nos afeta muito. ‘*Bem aventurados os *pacificadores’, esta é nossa oração nestes dias para nossa região”.


CHARLES *KOPP: “NÃO PODEMOS USAR *BIBLIA PARA DEFENDER NOSSA CAUSA”

Também se pronunciou recentemente sobre o conflito o presidente diz restauraremos. Aliança Evangélica de Israel, Charles Kopp. Em umtexto distribuído pela Aliança Evangélica Mundial (*AEM) faz alguns dias,o representante em Israel pedia “orar uns pelos outros, e pedir pela *imerecida *misericordia de Deus para todos nós”.



“Evitemos cair na armadilha de dar a culpa a outros, admitamos que todos somos *pecadores, salvos poela Graça e que sem Ele estamos destinados a voltar a esta mesma mesa de negociações baseadas em acusações”. Dirigindo-se aos evangélicos, *Kopp fazia questão de que “é imprescindível que recordemos que nossa primeira lealdade e cidadania está no céu e que não podemos usar a *Biblia de forma selectiva para defender a causa com a que nos identificamos”.



“Devemos sair desta última tendência à morte e a destruição, e deixar atrás este *embrolho de desespero e as tentativas de assassinar o que fica de nossa *hermandade em Cristo, nos amando uns aos outros bem mais ferventemente. Então, e só então, seremos capazes de demonstrar uma diferença que o mundo verá”.



*Kopp concluía que “alguns de nós teremos que nos levantar e dizer que já basta, e ser sanados da dor do passado. Não podemos continuar exportando *clichés a um mundo faminto de respostas reais que nosso *Salvador está a esperar poder dar, devemos estar dispostos a dar passos elementares para ser *reconciliados de forma autêntica com nossos irmãos”.



Harry *Tees, pastor evangélico e embaixador da *AEM em Terra Santa acrescentava, na mesma linha: “Temos muito do que nos arrepender: a atitude de culpar e acusar a outros”.
 

 


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