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The Voice Of Martyrs
 

O lado escuro de Israel, ‘hostil’ aos cristãos

Há uma atividade de perseguição aos cristãos em Israel que com freqüência se ignora com uma imagem idílica desta nação, denuncia A Voz dos Mártires.
JERUSALEM 09 DE FEVEREIRO DE 2014

A Voz dos Mártires (The Voice Of Martyrs, VOM), uma ONG cristã que saca à luz a perseguição aos cristãos em todo mundo, tem posto sua atenção neste mês nas hostilidades às que se enfrentam os cristãos em solo israelense, adiantando que dão por fato que alguns poderiam encontrar sua "posição de destacar a Israel como uma nação hostil, como uma postura desagradavel e ofensiva".



"Mais de 120.000 cristãos vivem em Israel, incluindo uns 17.000 crentes judeus mesiânicos. Calcula-se que há 8.000 crentes evangélicos árabes palestinos, com 1.400 em Cisjordânia e 300 em Gaza", segundo esta organização.



"Não há perseguição em Israel... a não ser que compartilhes tua fé", reza cita-a na portada do boletim de fevereiro de 2014 de VOM. Cita-a atribui-se a Steven Khoury, um cristão árabe israelense que pastorea várias igrejas em Jerusalém e Belém. O pastor Khoury afirma nos meios de comunicação ter sido testemunha de como membros de suas igrejas têm sido atacados devido a sua fé, e inclusive do assassinato de um tio seu, mártir por sua fé cristã.



De fato, A Voz dos Mártires, fundada em 1967 por um casal judeu, inclui a Israel em seu mapa de nações que restringem" a liberdade religiosa e como uma "nação hostil" ao cristianismo.



É verdadeiro, diz VOM, que muitos cristãos em Israel hoje em dia vivem livres de toda perseguição. Mas aqueles que compartilham sua fé e o depoimento em “primeira linha de campo de batalha espiritual” da nação se enfrentam a uma experiência totalmente diferente. Rami Ayyad, gerente de uma loja de livros da Sociedade Bíblica na Faixa de Gaza, foi seqüestrado e assassinado por testemunhar de sua fé em Cristo.



Não há que esquecer, diz VOM, que a maior perseguição contra os cristãos em Terra Santa se realiza desde os setores muçulmanos radicais, mas isso não óbvia que os crentes também são perseguidos por ativistas judeus anti-missionarios



Os ativistas judeus com freqüência pintam graffitis nas paredes exteriores das igrejas cristãs. Faz em uns meses, pintaram "Jesus é um macaco" em uma igreja que é um importante lugar de peregrinação para os cristãos.



UM CASO DE TERRORISMO

O boletim de fevereiro de VOM de 2014 compartilha a história do judeu mesiânico Ami Ortiz, quem foi ferido de gravidade quando era um adolescente em 2008, ao abrir um pacote bomba que chegou como se fosse um presente a seu domicílio. Tinha sido enviado por Yaakov "Jack" Teitel, definido como "terrorista judeu", que foi condenado em 2013 a mais duas correntes perpétuas 30 anos pelo ataque com bomba, e o assassinato e tentativa de assassinato de outros em Israel. Teitel confessou querer em realidade matar ao pai do adolescente, o pastor David Ortiz, por sua posição na comunidade judia mesiánica.



O pastor Ortiz, apesar do ataque, chamou aos cristãos a permanecer apoiando a Israel, porque Teitel não representava ao conjunto dos israelenses. "Deveriam continuar orando por Israel, apoiando a Israel. Estes radicais são menos do um por cento da população. Eles não representam a opinião pública israelense", disse após a explosão.



CRISTÃOS PRÓ ISRAEL

Esta situação contrasta com a realidade de uma opinón acrítica para Israel, à que com freqüência se idealiza. Influi que as livrarias cristãs estão cheias de publicações sobre Israel, especialmente sobre temas que vão desde a rica história da nação em torno da profecia bíblica aos tempos finais, com diferentes opiniões e inclusive controvérsias. Mas rara vez lê-se ou escuta a respeito de Israel como nação hostil para os seguidores de Cristo que vivem ali.



A Voz dos Mártires não deixa de pensar que Israel está "no coração de nossa fé cristã", e admite que o país tem um papel importante nos acontecimentos futuros, mas recorda que "como seguidores de Cristo hoje, estamos chamados a ser suas testemunhas" evangelizando, inclusive no meio de ameaças de tortura, o encarceramento e a morte.



"O chamado de VOM também se mantém sem mudanças - aos que sofrem por causa de seu depoimento de Cristo, já seja em Colômbia, Irã, Nepal ou inclusive Israel", assinala a ONG.



Apesar da oposição ao trabalho de evangelização cristã por parte de alguns israelenses, o país desde faz muito tempo desfruta de um claro trato de favor por parte de muitos grupos estadounidenses evangélicos e de líderes prominentes, como o pastor de Texas John Hagee ou o comunicador Pat Robertson, que silenciam a faceta negativa de presença de intolerância e inclusive perseguição religiosa em Israel.



No entanto, alguns cristãos estão pressionando pára o que entendem como um enfoque mais equilibrado de como os evangélicos estadounidenses participam no conflito de Médio Oriente. Todd Deatherage do Grupo Telos, anima aos evangélicos estadounidenses para ajudar a transformar positivamente o conflito palestino-israelense, e opina que ele e outros grupos religiosos e ativistas cristãos devem persuadir aos evangélicos "para afirmar e apoiar a dignidade de todo o povo da Terra Santa, para ser verdadeiramente pró-Israel e pró-palestino, ao mesmo tempo".



A OPINIÃO E POSTURA DE ESTADOS UNIDOS

O Departamento de Estado de EE.UU. revela em seu Relatório 2012 sobre Liberdade Religiosa Internacional com respeito a Israel e os Territórios Ocupados, que conquanto "as leis e as políticas do país prevêem a liberdade religiosa e o governo geralmente respeita a prática da liberdade religiosa, ante as atividades missionárias “a atitude dos judeus é negativa”.



"A maioria dos judeus opõem-se à atividade missionária dirigida a judeus, e alguns deles são hostis aos judeus convertidos ao cristianismo", segundo o relatório do Departamento de Estado. "Os judeus messiânicos e as Testemunhas de Jehová foram hostigados regularmente por Yad L'Achim e Lev L'Achim, organizações religiosas judias que se opõem à atividade missionária."
 

 


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