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Em África do Sul
 

Faleceu Nelson Mandela

Faleceu aos 95 anos em seu lar, rodeado de sua família. O mundo inteiro recorda hoje seu exemplo de luta pela igualdade e os direitos humanos.
JOHANNESBURGO 06 DE DEZEMBRO DE 2013

Nelson Mandela falleceu este 5 de dezembro aos 95 anos, em seu lar em Johannesburgo, depois de vários meses de deterioro de saúde.



“Ainda que sabíamos que este dia ia chegar, nada pode reduzir nosso sentimento de profunda e dolorosa perda. Sua luta incansável pela liberdade fez-lhe ganhar-se o respeito de todo mundo. Sua humildade, paixão e humanidade fez-lhe ganhar-se também o amor de todos”, afirmou Jacob Zuma, presidente atual de África do Sul, que comunicou a notícia de forma oficial.



Imediatamente produziram-se reações de condolencias e lembrança de uma das figuras mais importantes do século XX. Mandela era, na atualidade, uma das pessoas que produzia respeito e admiração entre seus contemporâneos, sem importar demasiado raça, cor política ou religião.


Essa admiração ganhou com seu exemplo de luta pela liberdade e a igualdade. “Por uma vez poderemos estar seguros de que todos os elogios que enchem sobre sua tumba serão justos, pois o estadista sul-africano transformou a história de seu país de uma maneira que ninguém cria concebivel e demonstrou com sua inteligência, destreza, honestidade e valentia que no campo da política às vezes os milagres são possíveis”, diz o escritor Mario Vargas Llosa.



Mandela encabeçou a luta durante décadas contra o apartheid em África do Sul e foi encarcerado durante 27 anos por seu ativismo. Liberto em 1990, Mandela converteu-se no primeiro presidente pós-apartheid de África do Sul em 1994, depois das primeiras eleições democráticas. Foi amplamente reconhecido por dirigir a transição pacífica do país para um sistema mais equitativo e democrático.



No ano 1993 recebeu o Prêmio Nobel da Paz, um título que lhe definiu ao longo de sua carreira.



Uma de suas palavras mais recordadas serão as do discurso com o que fechava sua defesa no julgamento que lhe condenou ao cárcere em 1964. Dizia: “tenho lutado contra a dominação branca e tenho combatido a dominação negra. Tenho promovido o ideal de uma sociedade democrática e livre na qual todas as pessoas possam viver em harmonia e com igualdade de oportunidades. É um ideal pelo que espero viver, mas se é necessário, é um ideal pelo que estou disposto a morrer”.



No cárcere, Mandela foi mudando sua mentalidade até adaptar a ideia de luta pacífica que chegou a entender que seria a única oportunidade para que seu país tivesse um futuro. Nessa etapa escura, ajuda-lhe ler o poema Invictus de W. E. Henley. “Ajudou-me a não me dar por vencido”, contava Nelson Mandela, preso número 46664, ao recordar seu tempo em uma cela. As palavras foram recuperadas para o cinema no filme Invictus:







O presidente Zuma dizia: “Nossa nação tem perdido a seu pai. Nelson Mandela uniu-nos e juntos despedimos-nos de ele”. O mundo inteiro une-se à despedida de um homem que marcou a história contemporânea e cujo exemplo ficará para a posteridade.
 

 


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