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Pressão internacional sobre Irã
 

Levarão o caso de Saeed Abedini para o Conselho de Direitos Humanos da ONU

Por intermédio de uma declaração formal, o Centro para a Lei e a Justiça Européia pede aos 47 Estados membros do Conselho uma ação contundente de denúncia contra o encarceramento do pastor.
12 DE FEVEREIRO DE 2013

O Centro Europeu para a Lei e a Justiça (ECLJ) tem apresentado uma declaração escrita diante do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas no que reclamam a libertação do pastor iraniano-americano Saeed Abedini, encarcerado no passado mês de janeiro a oito anos de cárcere por organizar reuniões cristãs em lares no Irã.



Esta organização não governamental tem o estatus de organismo consultivo especial na ONU, o que abre as possibilidades de que este assunto seja tratado na reunião do Conselho.



O Conselho de Direitos Humanos, que representa a 47 Estados membros, identifica sua própria missão como “responsável pela promoção e proteção de todos os direitos humanos em todo mundo”.



Segundo explica Jordan Sekulow, diretor do ACLJ, “não há nenhum caso melhor para o Conselho de Direitos Humanos que participar na causa do pastor Saeed, um cidadão dos Estados Unidos preso em uma nação que não só recusa a liberdade religiosa e os direitos humanos, senão que também exibe um desprezo hostil pelas leis internacionais que protegem os direitos mais básicos das pessoas em todo mundo”.



UM CONSTANTE ABUSO DOS DDHH

A declaração realizada pelo ECLJ especifica a cada um dos abusos realizados ao pastor. Começa denunciando que “Saeed Abedini, um cristão com dupla nacionalidade dos Estados Unidos e Irã, está atualmente encarcerado na prisão de Evin, em Teerã, por impulsionar reuniões pacíficas de cristãos em casas particulares”.



“Nos últimos seis meses, o pastor Saeed foi: (1) detento e encarcerado pela Guarda Revolucionária iraniana, (2) repetidamente golpeado no cárcere, (3) negou-se-lhe o acesso à atenção médica necessária por este abuso, (4) negou-se-lhe o acesso a seu advogado até poucas horas antes de seu julgamento, (5) julgado diante de um tribunal tão notoriamente sesgado e corrupto que foi condenado pela União Européia para a emissão de vereditos; (6) não se lhe permitiu, junto com seu advogado, assistir ao segunda dia de seu julgamento, e (7) condenado a oito anos na prisão de Evin por exercer sua fé cristã”, continua a declaração.



“Como Estado Membro das Nações Unidas, a República Islâmica do Irã está obrigada a cumprir com as normas estabelecidas na Carta da ONU, para conseguir a cooperação internacional... no desenvolvimento e estímulo do respeito aos direitos humanos, as liberdades fundamentais, sem distinção [entre outras coisas] de religião”, recorda este organismo.



“Ao encarcerar ao pastor Saeed por causa de sua religião, a República Islâmica do Irã está violando suas obrigações em virtude da Carta das Nações Unidas e os direitos fundamentais: a liberdade de religião e de crenças, a liberdade de reunião pacífica, e o direito a estar livres de detenções arbitrárias e da tortura. Em resumem, as ações do Irã violam importantes tratados internacionais de direitos humanos e não pode ser tolerado pela comunidade internacional”, conclui o documento.



O MOMENTO DA PRESSÃO INTERNACIONAL

Segundo Jordan Sekulow, a apresentação desta declaração escrita “é um primeiro passo vital nos esforços formais na ONU para libertar a Saeed. A seguir, vamos tratar de envolver à cada um dos 47 membros do Conselho de Direitos Humanos, com a esperança de que um ou mais destes Estados levem o caso de Saeed em seus comparecencias na próxima sessão plenária do Conselho”.


Por outra parte, a campanha de difusão que se organizou através da rede, #SaveSaeed, segue ganhando em difusão. Já contam com mais de 200.000 assinaturas e com a colaboração explícita de vários artistas, entre eles Toby Mac, Michael W. Smith, Steven Curtis Chapman, Josh Turner, Bart Millard, Natalie Grant, Michael Tait, Kevin Max, Ricky Skaggs, e Julia Ross, que têm expressado seu apoio à libertação do pastor em vídeos que se vão pendurando nas diferentes plataformas.



Todas estas ações de difusão “serão de pressão sobre Irã, uma pressão que funcionou no caso do pastor Youcef Nadarkhani”, recorda Jordan Sekulow sobre o caso do pastor que finalmente foi liberto em setembro de 2012.
 

 


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