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Informação de Portas Abertas
 

Países islâmicos, os grandes perseguidores de cristãos

Coréia do Norte cabeça da lista. Logo vem Afeganistão, Arábia Saudita, Somália, Irã e Maldivas.
ESTADOS UNIDOS 18 DE JANEIRO DE 2012

Coréia do Norte cabeça por décima vez da Lista de Observação Mundial Portas Abertas 2012 (The Open Doors 2012 World Watch List), já que é o país onde os cristãos enfrentam a perseguição mais severa, enquanto que países de índole islâmica completam o resto dos 10 primeiros, somando um total de 38 em uma lista do triste top de 50 nações que mais perseguem a libertade religiosa.



Afeganistã, Arábia Saudita, Somália, Irã, Maldivas ocupam os seguintes postos por debaixo de Coréia do Norte e formam um bloque onde os cidadãos cristãos quase não tem libertade de adorar abertamente. Por primeira vez, Paquistão– no décimo lugar- entrou nos dez primeiros, logo de um ano tumultuoso onde o mais alto político cristão, Shahbaz Bhatti, foi assassinado por suas tentativas de mudar a lei de Blasfêmia e por defender Asia Bibi, cristã condenada a morte.



O resto dos primeiros dez lugares ocupa Uzbequistão, sétimo na lista, Lemén e Iraque, oitavo e nono respectivamente. Laos foi o único país que caiu dos primeiros dez ao posto número doze.



CRESCIMENTO EM MEIO DA PERSEGUIÇÃO

As boas notícias por detrás do aumento da perseguição é que tem crescido a igreja, na qual resulta muitas vezes da perseguição em si. Um pastor em Irã declara: “Não estaríamos crescendo se não tivéssemos um preço que pagar por nosso testemunho”.



A lista de observação mundial se basa em um questionário realizado por Portas Abertas para medir o grau de perseguição em mais de 60 países. Os questionários se preenchem por pessoal de campo nesses lugares, revisado por especialistas independentes, para chegar à pontuação quantitativa por nação. Os países então são categorizados de acordo com os pontos recebidos.



CORÉIA DO NORTE, ALTO RISCO

Ainda que a perseguição piorou por causa dos extremistas muçulmanos, sem dúvida alguma, Coréia do Norte merece o primeiro lugar. A nação comunista criou uma religião extranha ao redor do fundador, Kim II-Sung e qualquer pessoa com outro “deus” é perseguido automáticamente. Se estima que de 200.000 a 400.000 cristãos neste país devem permanecer ocultos e entre 50.000 a 70.000 cristãos são colocados em horrendos campos como prisioneros.



O Dr. Carl Moeller, Presidente de Portas Abertas nos Estados Unidos acredita que é difícil determinar neste momento “como a morte de Kim Jong-II no mês passado e a chegada ao poder de seu filho Kim Jong-Un afetará o estado dos cristãos em Coréia do Norte”. Não obstante, acrescenta que “certamente, a situação para os crentes segue sendo de muito risco” e faz um pedido: “Por favor orem comigo para que o Senhor abra a Coréia do Norte e que exista liberdade religiosa para adorar ao único e verdadeiro Deus, não aos deuses de Kim Jong-II e Kim II-Sung.”



MUDANÇAS NA LISTA

Se notam movimentos significativos na Lista de Observação, incluindo que Sudãoaumentou seu posto de risco do dezenove ao decimosexto, uma das maiores quedas de qualquer país no ano 2011. Nigéria subiu dez espaços ao posto número treze. Egito, que foi atacado por protestos violentos subiu quatro posições e ficou no posto quinze.



O extremismo islâmico motivou essas mudanças em Sudão, Nigéria e Egito. “Ser um crente de fundo muçulmano ou ‘crente secreto’ em um país de domínio muçulmano é um desafio enorme. Os cristãos muitas vezes enfrentam perseguição de extremistas, o governo, sua comunidade e ainda suas próprias famílias”, disse Moeller.



“Como reflete a lista de 2012, a perseguição cristã nestes países muçulmanos segue aumentando. Enquanto muitos pensaram que a Primavera árabe traría consigo liberdade, incluindo liberdade religiosa para as minorias, certamente não foi o caso até agora.”



OS CASOS DE SUDÃO E NIGÉRIA

Em julho de 2011, o sul de Sudão que é principalmente cristão, se converteu em um país independente chamado Sudão do Sul, deixando aos cristãos do norte mais isolados debaixo do governo do Presidente Omar al-Bashir. Em resposta a perda do sul, al-Bashir jurou fazer mudanças constitucionais para que seu país seja mais islâmico. Em terra, a armada militar tem atacado comunidades cristãs em lutas por recursos, onde faleceram muitos.



Nigéria segue sendo o país com as piores atrocidades quanto a número de pessoas mortas. Mais de 300 cristãos foram assassinados no ano passado, ainda que se acredite que a cifra real é o dobro ou o triplo do relatado. O total é talvez mais que em Coréia do Norte, mas é impossível confirmar devido a seu isolamento. Desde 2009, o grupo islâmico extremista Boko Haram tem destruido mais de 50 igrejas e matado 10 pastores em Nigéria.



EGITO E CHINA

Os cristãos egípcios viveram um início desastroso em 2011, quando em 1 de janeiro foi bombardeada a igreja de São Mateus e o Papa Pedro de Alexandria resultando mortos 21 cristãos. Logo da expulsão do Presidente Hosni Mubarak em fevereiro, teve esperança de liberdade para todos os egípcios. Mas em 9 de outubro, a armada se voltou contra de seus próprios cidadãos no massacre de Maspero no Cairo, matando 27 cristãos. Ao fechamento de 2011, partidos islâmicos floreceram nas eleições de novembro, pelo que alguns foram movidos a falar de um inverno árabe em lugar de uma primavera árabe para os cristãos.



China porém, tem a igreja perseguida mais grande do mundo com 80 milhões, mas desceu do posto número 16 ao posto 21. “Isto é em parte aos pastores que estão aprendendo a brincar de “o gato e o rato” com o governo”, opina Portas Abertas.
 

 


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