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Festa de Sucot
 

Milhares de cabanas nas ruas de Israel pelas festas dos Tabernáculos

Recorda os passos pelo deserto dos israelitas feito a mais de 3.000 anos.
JERUSALÉM 16 DE OUTUBRO DE 2011

Milhares de cabanas cobertas com palmeiras tem florescido nas ruas, praças e varandas de Israel nos últimos dias com motivo dos Tabernáculos, uma festa que começa na noite de 12 de outubro e se celebra durante os próximos sete dias.



Prescrita no Antigo Testamento cristão como uma das três ocasiões de peregrinação a Jerusalémjunto com a de Pesah (Éxodo de Egipto, abril) e Shavuot (Pentecostes, maio-junho), "Sucot", recorda os passos pelo deserto dos israelitas feito a mais de 3.000 anos.



PENTATEUCO: 40 ANOS NO DESERTO

@MULT#IZQ#46568@"Recorda como os filhos de Israel viveram e dormiram em cabanas e por isso (os observadores) comem na cabana todos estes dias", explica Sion Alfasi, morador de Jerusalém. Se refere aos quarenta anos que, segundo relata o Pentatêuco, seus antepassados viveram em cabanas depois do Êxodo do Egito da mão de Moisés. Contudo existe outra leitura paralela, e é que a festa também transmite a fragilidade da existência humana no mundo material.



"É uma casa temporal", disse por sua parte Bat Ami, uma jovem religiosa de 17 anos do centro de Israel, ao aludir a crença de que o corpo humano, como a cabana, não é mais que uma moradia temporal para a alma eterna.



O livro de Levítico fixa o dia quinze do mês sétimo do calendário hebraico (Tishrei) como começo de uma festa para que "vossas gerações saibam que fiz habitar aos filhos de Israel em tendas quando os livrei da terra do Egito".



Em cumprimento deste preceito os judeus observadores dormiram, comeram e passaram suas horas livres nessas construções rústicas desde o anoitecer de 12 de outubro até o próximo dia 19.



UMA FESTA POPULAR

Construidas manualmente, as cabanas costumam ter um teto de folhas de palmas ou bambú e estar bem decoradas com guirlandas, frutos, desenhos, e fotos dos homens santos e rabinos mais conhecidos.



Por sua relação com a agricultura, a liturgía judaica estabelece também para esta festa o uso de quatro objetos que provêm da terra e que durante as orações matutinas se agitam ao som de notórios "aleluias" e "hosanas": a rama de palma , a murta, a grapefruit salgueiro e bouquets.



Se trata de quatro elementos que segundo os sábios judeus contem a essência do povo de Israel, a diversidade nas qualidades humanas.



Outro elemento central da festa é sua relação com a peregrinação a Jerusalém, um costume que começaram os israelitas depois da conquista de Canaã para apresentar ofertas a Deus através dos sacerdotes.



Na atualidade este costume se recorda com bençãos em massa junto aoMuro das Lamentações, o lugar mais sagrado para o judaísmo, diante o que os descendentes desta casta abençoam ao povo cubertos com xale de oração, um manto de côr clara com listas negras ou azuis em suas extremidades.



A tradição se realiza hoje em dia nas sinagogas, cada jornada sabática e festiva, porém diante do último vestigio do Templo de Jerusalém recobra uma espiritualidade sem igual pelo grande número de membros da casta que ali se congregam e que atrae a dezenas de milhares de turistas judeus, sobre tudo da Europa e Estados Unidos.



EVANGÉLICOS JUNTOS NA FESTA

Outro evento que evoca à peregrinação é a marcha pelo centro da cidade que milhares de cristãos evangélicos realizam para expressar seu apoio espiritual e político ao povo judeu, na crença de que só o regresso de todos os judeus a Sião e o fim do exílio que começou a 2.000 anos, aproximará o regresso de Jesus e a redenção.



Durante uma semana de convivência, os peregrinos participam em diversos seminários, eventos e ensinamentos bíblicas e visitam os lugares sagrados em Israel. Fazem atos especiais para jovens -cada vez mais numerosos- e para crianças até 12 anos.



El Ministerio de Turismo ha destacado la gran importancia que ha cobrado el turismo cristiano para el país, convirtiéndose los peregrinos en los mejores embajadores de Israel. Este sector se ha convertido por todo ello en uno de los principales objetivos del plan de marketing del Ministerio.



...Y JUDÍOS SECULARES

Teorías mesiánicas y creencias religiosas aparte, para el israelí de la calle que no es profundamente creyente la fiesta de Sucot no es otra cosa que una oportunidad para salir de excursión, pasar tiempo con la familia y practicar su deporte nacional: el "mangal" (barbacoa).



"Nosotros celebramos la primera cena todos juntos, yo he hecho cabaña, pero al día siguiente saldremos todos de excursión, es una fiesta agradable", afirma Alfasi exponiendo la cara menos espiritual de la fiesta.



El ambiente festivo generalizado, con vacaciones en las escuelas desde el viernes pasado y hasta el próximo día 23, se traduce rápidamente en gigantescos atascos por las carreteras y un aluvión de parrillas por todos los parques y bosques.
 

 


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