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ADN: o início de uma longa viagem

O Deus da Bíblia é também o Deus do genoma. Se pode adorar tanto em uma catedral como em um laboratório.
CORES AUTOR Hélder Favarin 08 DE NOVEMBRO DE 2011

Se tem descrito o profesor Antony Flew como um dos ateus mais influentes do século XX. Tem dado classes de filosofía na Universidade de Oxford e em outras universidades. Durante várias décadas, foi um respeitado e valente defensor da inexistência de Deus. Mas, em 2004, o professor Flew tornou pública sua renúncia ao ateísmo. Sua peregrinação filosófica adquiriu fama graças a obra There’s a God: How the world’s most notorious atheist changed his mind [Tem um Deus: Como o ateu mais notório do mundo mudou sua mente], na que relata como mudou de idéia.



Flew afirmava que as descobertas obtidas ao longo dos anos de investigação sobre o ADN constituem um poderoso argumento a favor do projeto inteligente.[1]Assim mesmo, sustentava que a única explicação plausivel de origem da vida ou da complexidade da natureza é que exista uma divindade ou uma inteligência superior.[2]



Possivelmente, tem quem considere que as complicações microscópicas do ADN não são uma razão de peso para fazer que uma pessoa mude de parecer. Sobre tudo, se esta pessoa defendeu seu ateísmo durante várias décadas e é um de seus principais paladins. Entretanto, o ADN humano é muito mais complexo do que podíamos imaginar: se estendemos o ADN de uma só célula, sua longitude superaría os 1,8 metros. Se fossemos capazes de unir o ADN dos bilhões de células do corpo humano, poderíamos chegar à Lua e voltar à Terra vários milhões de vezes. Um longo trajeto, não?



Até faz alguns anos, se aceitava de forma generalizada que o ADN dos gêmeos idênticos era exatamente igual. Porém os últimos estudos científicos tem demonstrado que os gêmeos idênticos tem um ADN muito parecido, porém não idêntico.[3]Aconclusão mais evidente é que não existem duas pessoas físicamente iguais no mundo. Todos somos únicos. Também, cada um temos uma personalidade e uma forma de pensar próprias; ninguém comparte nossos mesmos desejos, sonhos ou temores.



O geneticista Francis Collins, diretor do Projeto Genoma Humano, liderou a equipe que elaborou o mapa do ADN humano. Sua investigação dos detalhes do corpo humano o levou a expressar seu arrebatamento diante a complexidade da natureza em términos similares aos de Antony Flew. “O Deus da Bíblia é também o Deus do genoma. Se pode adorar tanto em uma catedral como em um laboratório. Sua criação é majetosa, assombrosa, complexa e bela”.[4]



Ainda que utilizou outro tipo de linguagem, David, o músico, poeta e rei da antigüidade, expressou o mesmo ponto de vista ao falar de Deus com estas palabras: “Tu formastes minhas entranhas; me fizeste no ventre de minha mãe”.[5]



Considerastes que eres fascinante e singular porque fostes formado pelas mãos de um incomparável artesão?Deus mesmo planificou e originou a existência do ser humano, tal como se afirma ao princípio da Bíblia.[6] Antes de que existissemos, havia Alguém. Deus existe desde sempre, antes de tudo e de todos.



Ainda que a maioria de nós não tenha a forma intelectual do doctor Flew, penso que a complexidade da natureza, a imensidão do espaço e o cuidadoso projeto do corpo humano deveríam, ao menos, fazer que nos perguntassemos qual é nossa orígem, não crês?



Que aconteceria se decidisses considerar este assunto? Existe algo mais importante que a relação que temos com nosso criador?



Foto: Copyright (c) 123RF Stock Photos







[1]Uma extensa entrevista a Antony Flew em inglês está disponível na página http://www.biola.edu/antonyflew/; em espanhol, se pode consultar outra entrevista na página http://www.protestantedigital.com/ES/Magacin/articulo/2734/La-conversion-de-flew-el-amigo-ateo-de-cs-lewis
[4]Collins, F. Como fala Deus?: a evidência científica da fé. Traduzido por Adriana da Torre Fernández. Madrid: Temas de Hoje, 2007
 

 


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