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Crise Mediterrâneo
 

Ao redor de 700 emigrantes morreram em 3 naufrágios nesta semana

As embarcações afundaram-se no sul de Itália na quarta-feira, na quinta-feira e na sexta-feira.“Nunca saberemos o número exato”, Destacou Carlotta Sami, porta-voz de ACNUR Itália.

FONTES El Mundo El País Itália 29 DE MAIO DE 2016 19:40 h
Segundo os dados disponíveis por ACNUR, têm sido 3 os acidentes, todos com mortos.

Mais de 700 pessoas têm morrido em águas de o Mediterrâneo nos últimos sete dias em diferentes naufrágios, segundo ACNUR. O bom tempo, a cobiça das máfias, o caos em Síria, a falta de meios e o desespero de os refugiados puderam ser as claves.



Pela primeira vez neste ano, os guardacostas italianos, que coordenam os labores de salvamento no Mediterráneo, têm tido que mobilizar todos os meios disponíveis para os resgates.



"A situação é caótica. Não estamos seguros das cifras, mas achamos que por perto de 700 pessoas se afogaram em três naufrágios", tem manifestado Federico Fossi, porta-voz do Alto Comisionado da ONU para os refugiados, e tem acrescentado que 500 de ditas vítimas têm falecido num único naufrágio.



 



TRES NAUFRAGIOS



Segundo os dados disponíveis, os três naufrágios consecutivos ocorreram na quarta-feira, na quinta-feira e na sexta-feira, e em todos teveran mortos.



Recuperaram-se 72 cadáveres, mas as cifras de falecidos poderiam ser bem mais elevadas. De fato, há fontes que falam de até 900 desaparecidos numa semana.



A informação oficial da Guarda Costera e a Marinha Militar italiana é que, desde a segunda-feira, morreram no mar ao menos 72 pessoas. No afundamento da quarta-feira teve ao menos sete mortes. Na quinta-feira recuperaram-se ao redor de 20 corpos, enquanto na sexta-feira morreram ao menos 45 pessoas.



 



“NUNCA SABEREMOS O NÚNERO EXATO”



No entanto, ao chegar aos diferentes portos italianos, os sobreviventes têm feito saltar os alarmes. Falam de um novo naufrágio ocorrido na quinta-feira no que teriam desaparecido ao menos 400 pessoas.



Ainda, afirmam que a cifra de desaparecidos nos diferentes afundamentos é mais elevada do que se conhece. Assim, os diferentes depoimentos falam dentre 500 e 900 mortos nos últimos sete dias.



 



Además de por mar, muchos lo intentan también por tierra / AP



Também apontam neste sentido as organizações humanitárias. Médicos Sem Fronteiras (MSF), que realizan labores de resgate no Mediterráneo, apontan que os mortos no Mediterráneo central são ao redor de 900.



“Nunca saberemos o número exato, nunca saberemos suas identidades, mas os sobreviventes contam que teriam morrido mais de 500 pessoas", tem declarado a porta-voz de ACNUR em Itália, Carlotta Sami.



A Guarda Costera italiana tem reconhecido não ter informação sobre o suposto naufrágio ocorrido na quinta-feira. Não recebeu nenhum telefonema de socorro (algo que é habitual nestes casos) nem avistou nenhuma embarcação desde seus meios navais e aéreos.



Não obstante, assegura que a cifra de desaparecidos em três naufrágios poderia ser maior, porque nas operações de salvamento, dão prioridade a resgatar às pessoas com vida que a recuperar os corpos dos falecidos.



NOVOS BARCOS, MAIOR PERIGO



Além dos velhos barcos pequenos de madeira, onde centos de pessoas procuram seu futuro, o modelo de embarcação de borracha, as zodiak baratas, se converteram no meio de transporte mais utilizado pelas máfias.



Estas lanchas de  400 euros, surcan o mar sobrecarregadas com homens, mulheres e crianças amontoados no interior.



Nestas condições tentam percorrer os 10 quilômetros que separam a costa turca de, por exemplo, a ilha de Lesbos. No entanto, entre Líbia e Lampedusa há 113 quilômetros a mar aberto. Não é de estranhar então que mais de 13.000 pessoas tenham sido resgatadas durante estes últimos sete dias.



"Precisamos fazer algo mais para deter este tráfico. É muito difícil prevenir isto, mas talvez se solucionasse oferecendo alguma alternativa legal a esta viagem aos refugiados mais vulneráveis", afirma William Spindler, o porta-voz de ACNUR em Europa ao Mundo.



 



Todos aqueles que sobrevivem, se enfrentam a uma nova vida como refugiados num lugar estranho para eles, onde tentam ter um futuro melhor.



Em seu continuo labor de ajuda aos refugiados de toda Europa, a Aliança Evangélica Européia, junto com The Refugee Highway Partnership têm organizado duas jornadas de oração pelos refugiados para toda a igreja em Europa nos domingos 19 e 26 de junho.



As Nações Unidas têm marcado o 20 de junho como Dia Mundial do Refugiado, e a EEA tem querido aproveitar esta data para recordar aos crentes de toda Europa a importância de orar, acolher e compartilhar com os refugiados que estão a chegar a tantas cidades européias.


 

 


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