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Terrorismo
 

Líbia, possível próximo ‘palco sírio’

O governo de unidade proposto pela ONU fracassa ao não receber apoio do Parlamento. A coalizão internacional estuda intervir militarmente para frear o avanço de o Daesh e outros grupos extremistas.

25 DE JANEIRO DE 2016 19:46 h
Libia Líbia é palco de instabilidade social e política.

O parlamento de Libia tem recusado o plano de governo de unidade que tinha recebido o respaldo das Nações Unidas, que procuravam esta solução política como via para frear a guerra interna pelo poder no país.



Reunidos em Tobruk, 89 dos 104 membros da câmara representativa recusaram o novo governo proposto. A negativa supõe um golpe para a ONU e seus planos para o país, que depois da queda de Gadafi se tem enquadrado numa luta entre diversos clãs e zonas alheias a um controle nacional.



Em dezembro a ONU anunciou a criação de um governo de unidade liderado por Fayez Sarraj. No entanto este governo não tem conseguido apoio interno, o que faz duvidar do despregue de investimentos previstos pela União Européia no país e a promessa de Reino Unido de preparar ao exército libio despregando a 1.000 soldados para liderar o treinamento.



GRUPOS EXTREMISTAS TOMAM PODER



Desde as últimas eleições, o poder está dividido entre Tobruk e Trípoli, governos aos que apoiam diferentes grupos islamistas, senhores da guerra, líderes tribales e contrabandistas de armas, petróleo, pessoas e drogas.



Do confronto aproveitam-se grupos yihadistas vinculados ao Estado Islâmico (Daesh) e à organização da o Qaeda no Magreb Islâmico (AQMI), que têm ganhado terreno e estendido sua influência ao resto do norte de África.



Os yihadistas controlam a cidade oriental de Derna, vizinha com Egito, e a costera de Sirte, a uns 450 quilómetros da capital, e têm conseguido penetrar também na disputada Bengasi e no extrarradio de Sabratah, localidade a méio caminho entre Trípoli e a fronteira com Tunísia.



Nas últimas semanas incrementaram-se os ataques destes grupos disputando o controle dos portos petroleiros de Sidrá e Ras Lanuf, os mais importantes do país.



 



La NASA captó en una imagen de satélite el alcance del humo tras un ataque a un puerto petrolífero, el 2 de enero.



 



POSSÍVEL INTERVENÇÃO MILITAR



A coalizão internacional que intervém em Siria, liderada por Estados Unidos, considera para este 2016 atacar as posições dos grupos terroristas islâmicos em Líbia. Um de seus generais expressou que os ataques aéreos poderiam começar em “semanas”. Espera-se que a intervenção possa ser autorizada por um governo libio que, no entanto, segue sem cualhar.



A situação de Líbia por sua cercania a Europa, preocupa aos países da coalizão  O governo espanhol já expressou no ano passado sua preocupação pelo palco de extremismo e descontrole que se estava dirigindo no país.



perseguição a cristãos também se incrementou nos últimos anos. Líbia ocupa o décimo posto na Lista Mundial de Perseguição, feita pública pela organização Portas Abertas.


 

 


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