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Entre a vida e a morte
 

Estudam como a consciência sobrevive à morte clínica

Um estudo realizado pela Universidade de Southampton examina as evidências da sobrevivência da consciência certa nos pacientes clinicamente mortos.

FONTES Daily Mail, The Telegraph NOVA YORK 08 DE OUTUBRO DE 2014 18:38 h
árvore Alguns dizem ver uma luz brilhante em experiências próximas à morte.

Há vida para além da morte? É uma pergunta que alguns cientistas estão a tentar responder através do estudo mais amplo sobre experiências próximas à morte, no que têm participado profissionais de quinze hospitais em Reino Unido, Estados Unidos e Áustria, examinando a 2.060 pacientes que sofreram um desemprego cardíaco.



Destes, 330 sobreviveram, e 140 – um 40 % aproximadamente – disseram que tinham experimentado algum tipo de consciência enquanto se encontravam “clinicamente mortos”, pouco antes de que seu coração fosse reanimado.



O doutor Sam Parnia, conhecido por suas investigações em experiências próximas à morte, é quem tem dirigido o estudo. “A evidência que temos – disse Parnia – é que justo após a morte, a consciência não se perde. Sabemos que o cérebro não pode funcionar quando o coração tem deixado de bater, no entanto (em muitos dos casos pesquisados) encontramos que a consciência continuou durante ao menos três minutos”.



OBSERVAÇÕES PRECISAS SEM EXPLICAÇÃO



Em um dos casos, um paciente de 57 anos de idade, posso dar detalhes sobre a reanimação de seu corpo, com descrições específicas do pessoal de enfermaria que lhe tratava e o som das máquinas. “Mas neste caso, a consciência parece ter continuado durante o período em que o coração não lhe batia até durante três minutos, apesar de que o cérebro normalmente deixa de funcionar no prazo de 20-30 segundos após que o coração se deteve”, explica Parnia.



“Ao invés do que se crê, a morte não é um momento específico, senão um processo potencialmente reversível que se produz após que nos afete alguma doença ou um acidente que paralise nossos órgãos vitais”, diz Parnia. “Neste estudo temos querido ir para além do termo emocionalmente definido como experiências próximas à morte, para explorar objetivamente o que sucede quando morremos”, acrescenta.



Para o doutor, o fato de que outros não tenham estas experiências se deve ao influxo dos medicamentos aplicados, os quais levam a alguns pacientes a ter perdas de cor quando são intervindos.



“Portanto não é possível provar absolutamente o significado das experiências destes pacientes e sua percepção de consciência, é impossível negar que sucede e portanto devemos seguir pesquisando nesta direcção”, conclui o director da investigação.



MAIS INVESTIGAÇÕES EM MARCHA



Ainda que muitos não podiam recordar os detalhes específicos, surgiram alguns temas comuns. Um de cada cinco explicou que tinha sentido uma sensação incomum de tranquilidade enquanto quase um terço disse que o tempo se tinha reduzido ou acelerado.Alguns recordaram ter visto uma luz brilhante. Outros relataram sentimentos de medo ou se afogar ou ser arrastados pelas águas profundas. Uns 13 por cento disseram que se tinham sentido separados de seus corpos e o mesmo número disse que sua percepção tinha aumentado.



“Muita gente tem assumido que estas experiências são alucinações ou ilusões, mas vemos que se correspondem aos fatos reais”, diz Parnia.



O doutor David Wilde, psicólogo da Universidade em Nottingham, está a compilar dados sobre experiências fosse do corpo numa tentativa de descobrir um padrão que vincula a cada episódio. Espera que as últimas investigações alentarão novos estudos sobre o tema controversial.



“Simplesmente não sabemos o que está a passar. Ainda seguimos em escuridão a respeito do que ocorre quando um morre e espero que este estudo ajude a dar algo de luz científica sobre isso”, explicou Wilde.



O estudo foi publicado na revista “Reanimação”, cujo editor, o doutor Jerry Nolan, considera que “Parnia e seus colegas devem ser felicitados pela realização de um estudo fascinante que abrirá a porta a uma mais ampla investigação sobre o que sucede quando morremos”.


 

 


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