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De ciência-ficção a possível
 

"A inteligência artificial poderia acabar com o ser humano"

“O desenvolvimento de uma completa inteligência artificial poderia traduzir o fim da raça humana” opina o físico Stephen Hawking.

FONTES ABC AFP LONDRES 02 DE DEZEMBRO DE 2014 20:20 h
robô Uma cena do filme 'Eu, robô'

Stephen Hawking é sem dúvida o cientista vivo mais popular. Não tanto por seus achados sobre os buracos negros no campo da física teórica, como por sua impressionante briga contra a esclerosis lateral amiotrófica (ELA), cujos primeiros sintomas padeceu com somente 20 anos, quando completava sua formação em Cambrigde. Postrado numa cadeira de rodas, já só capaz de mover os músculos de seu rosto, conseguiu tudo, pese a que seu corpo é seu cárcere. Tem convertido a física num best-seller global.



Numa entrevista na BBC, através da voz artificial com a que se comunica,  tem expressado sua preocupação pelo desenvolvimento futuro da inteligência artificial e adverte que poderia destruir à humanidade.



Afirma isto apesar de que se expressa através de um sintetizador de voz alimentado por um ordenem Intel, é partidário e utente da tecnologia puntera e acha que até agora tem prestado uns relevantes serviços ao homem.



Mas sua olhada vai para o futuro: “O desenvolvimento de uma completa inteligência artificial poderia traduzir no fim da raça humana”. O físico, que se declara ateu, vaticina que uma IA enormemente desenvolve “poderia decidir redesenhar por sua conta e inclusive chegar a um nível superior”. A raça humana ver-se-ia desbordada: “Os homens, que estão limitados por uma evolução biológica, não poderiam competir”.



 



A CIÊNCIA FICÇÃO QUE PODERIA SER REAL



Os benefícios da inteligência artificial e os computadores são inúmeros e por agora têm mudado o mundo para bem.



A parábola mais famosa sobre os riscos de uma máquina capaz de pensar por conta própria é sem dúvida o computador HAL de “2001, uma odisea do espaço”, a obra mestre da ciência-ficção que rodou Stanley Kubrick em 1968 sobre uma história do novelista Arthur C. Clarke. HAL, encarregado de controlar as constantes vitais a bordo da nave “Discovery” rebela-se e mata a três astronautas e chega a perder a cabeça, ou sua cíber-cabeça, neste caso, e termina cantando alocadamente. Ao final, o astronauta sobrevivente consegue desligá-lo.



As ameaças da inteligência artificial são também o fio argumental de muitas novelas do célebre Isaac Asimov, que formulou umas leis da robótica sobre as que se levantavam os dilemas de suas histórias. As três leis diziam assim: um robô nunca fará dano a um ser humano nem permitirá que seja ferido por sua inacção; um robô deve obedecer aos seres humanos, salvo que vá contra a primeira lei; um robô deve proteger sua própria existência, salvo que vá contra as duas leis anteriores. Nessa linha estão a saga de “Terminator” e “Eu, robô”.


 

 


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