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O vírus do *Ébola veio para ficar?

Há muitas perguntas que se pensam e não se fazem, e meias respostas. Aqui lhe dizemos a verdade, toda a verdade e nada mais que a verdade.
11 DE AGOSTO DE 2014

Não há dúvida dacontagiosidade e letalidade do virus da Ébola,especialmente que *saiba o que causa a epidemia actual.



Mas a grande pergunta que lhe está a surgir a muitas pessoas é poderia sair de quatro países africanos atualmente afetados? Uma questão que se *acrescenta aodeclarar a OMS emergência sanitária internacional.



A resposta: é difícil, mas não impossível. Assim de simples.



Lhes colocamos um caso hipotético. Alguém se *contagia em África e viaja a outro continente. Não tem sintomas porque pode demorar até 21 dias para iniciar (e começar então a ser *contagioso). Ninguém lhe detecta febre, e passa *desapercebido portanto nos controles.



Depois começa a sentir-se mau, ter febre, e aguenta por medo a que lhe isolem, ou por *inconsciencia, ou pensando que pode ser uma gripe. Depois de um período em que é fonte de contágio para os que lhe rodeiam, quando realmente se encontra mau e vai para receber tratamento terá estado em contato com muitas pessoas. Pensem se tem estado num mercado, viajado num meio público (avião, metro, autocarro, onibus), ou assistido a um cinema. Poder saber quem têm podido estar perto será mais que complexo. E de novo o ciclo repete-se.


Sem dúvida são circunstâncias que devem se encadear umas a outras, pelo que é difícil que ocorra. Mas ao mesmo tempo é simples entender que não é impossível.



Várias considerações.



Uma, só importa realmente a saúde dos países africanos quando afeta aos países com recursos. Em qualquer caso, a melhor atuação é ir ao foco e ajudar a que se extinga.


Outra, não deve *cundir o pânico. Só esperar a que as medidas tomadas (acertadas) *surtam efeito, e estar pendentes de saber se ocorrem ou não casos que suponham uma extensão da epidemia fora de África.


Em terceiro lugar, este mundo *globalizado onde o homem se sente poderoso e controlador, não é mais que um computador ao que #um simples vírus pode o alterar por completo. Esperamos (e cremos) que não passará nada mundialmente grave, mas a possibilidade está aí. O homem é um suspiro e nossa sociedade do bem-estar e a segurança pouco mais que um sonho do que podemos acordar em qualquer momento para viver um pesadelo.



E finalmente, diante da morte que a todos chegar-nos-á tarde ou cedo, não podemos deixar de recordar (como tem feito John *Pipper) que há #um vírus bem mais letal que a *Ébola porque destrói ao ser humano para a eternidade. Um homem obteve o *antídoto, mas pagando com sua vida o preço de conseguír-lo: seu próprio sangue. É o sangue de Jesús o único *anticorpo que neutraliza o vírus *pK2 para nos dar vida eterna. Porque esteve exposto e venceu, não morreu, senão que voltou à vida.


Não deixes de receber, porque deste vírus sim estamos todos infectados. E é muito *contagioso (*)



(^) Para instruções de como obter e aplicar o *antídoto, leia o *prospecto do *Dr. Lucas (ou outro *evangelista).
 

 


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