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Psiquiatría
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Propõem que a ‘identidade transgênero’ não seja um transtorno mental

Um estudo publicado em The Lancet relaciona o “estigma” dos transsexuais com sua consideração psiquiátrica de transtorno mental.

FONTES Agencia SINC, Wall Street Journal CALIFORNIA 28 DE JULHO DE 2016 13:49 h
transsexualidade psiquiatrica O debate da transsexualidade no ambito psiquiátrico se encuentra muy candente.

A revista científica The Lancet Psychiatry tem publicado um estudo realizado em Cidade de México que relaciona os problemas que sofrem os transsexuais com a rejeição social, pelo que propõem que a definição da transsexualidade como “transtorno mental” seja eliminada.



Os pesquisadores da Universidade Nacional Autónoma do México entrevistaram a 250 pessoas transgênero entre 18 e 65 anos de idade que estavam a receber serviços de atenção médica na clínica Condesa, a única pública especializada em serviços de assistência sanitária a transsexuais na Cidade de México.



“O estigma que associa transtornos mentais à identidade transgênero tem contribuído à precária situação legal e a violações dos direitos humanos das pessoas trans”, comenta o autor principal, Geoffrey Reed, professor na Universidade Nacional Autónoma de México.



“A definição da identidade trans como um transtorno mental tem sido utilizada para denegar a assistência sanitária e tem contribuído à percepção de que as pessoas transgênero devem ser tratadas por especialistas em psiquiatría”, explica Reed. “A definição inclusive tem sido mau utilizada por alguns governos para negar às pessoas trans o direito a tomar decisões sobre questões como, por exemplo, a mudança de documentos legais para a custodia dos meninos”, acrescenta o professor.



 



REJEIÇÃO SOCIAL



O estudo reflete que os participantes tomaram consciência de sua identidade transgênero durante a infância ou a adolescência –em idades compreendidas entre os 2 e os 17 anos– e que foi durante esse período quando maior rejeição social experimentaram.



O 90% dos participantes sofreram durante sua adolescência problemas familiares, sociais, em sua vida acadêmica ou no trabalho.  83% experimentou transtornos psicológicos relacionados com seu gênero, dentre os quais os sintomas depressivos foram os mais comuns.



Mais de três quartas partes dos participantes (76%) padeceram rejeição social por sua condição sexual, em primeiro lugar por membros da família, seguido por colegas de trabalho e amigos.  63% foi vítima de violência –física e psicológica– relacionada com sua identidade de gênero e, em quase a metade destes casos, a agressão foi perpetrada por um membro da família.



Com modelos estatísticos, os pesquisadores concluíram que a rejeição social e a violência são os fatores que mais desencadeiam a angústia e os problemas que sofrem as pessoas transgênero.



“As taxas de experiências relacionadas com a exclusão e a violência são extremamente altas, o que põe em relevo a necessidade de políticas e programas para reduzir a estigmatização e a perseguição desta população”, assinala a pesquisadora principal, Rebeca Robles, do Instituto Nacional de Psiquiatría de México. “Os esforços devem começar pela eliminação da identidade transgênero da classificação dos transtornos mentais”, acrescenta a pesquisadora.



 



UN TRASTORNO MENTAL, SEGÚN LOS PRINCIPALES MANUALES MÉDICOS



Ser transexual está actualmente clasificado como un trastorno mental en los dos principales manuales de diagnóstico del mundo: en la CIE-10 de la Organización Mundial de la Salud y en el DSM-5 de la Asociación Estadounidense de Psiquiatría.



Seu catalogação como transtorno mental é a cada vez mais controvertida. Um grupo de trabalho da OMS tem recomendado que a identidade transgênero se inclua num novo capítulo do CIE-11 que fale sobre as condições relacionadas com a saúde sexual.



“Nossas pesquisas apoiam a ideia de que a angústia que sofrem é o resultado da estigmatização”, declara Robles. “O seguinte passo é confirmar isto em diferentes países e conseguir que a Organização Mundial da Saúde aprove a modificação da Classificação Internacional de Doenças para o ano 2018”, conclui.



 



PSIQUIATRA MCHUGH: É UM “TRANSTORNO MENTAL, COMO A ANOREXIA”



Em um artigo publicado em Wall Street Journal, o doutor psiquiatra Paul R. McHugh, ex chefe do Hospital Johns Hopkins e Professor de Psiquiatría, disse que a transsexualidade é um “transtorno mental” e que o tratamento da mudança de sexo é “biologicamente impossível”, pelo que as pessoas que promovem a cirurgia de resignação sexual estão a colaborar com a promoção de um transtorno mental.



Segundo o Dr. McHugh, o transtorno de transsexualidade encontra-se na pessoa que percebe que sua sexualidade é diferente à realidade física de seu corpo, sua masculinidade ou femilinidade, que lhe foi atribuída pela natureza. McHugh considera que é um transtorno similar ao de uma pessoa que sofre anorexia, que estando muito delgada que se olha no espelho e pensa que tem “excesso de peso”, disse McHugh.



A hipótese de que o sexo de um está só na mente, independentemente da realidade anatômica, tem levado a algumas pessoas transsexuais a procurar a aceitação social e a afirmação de sua própria e subjetiva “verdade pessoal”, disse o Dr. McHugh. Como resultado, alguns estados - Califórnia, Nova Camisola e Massachusetts - têm aprovado leis que proíbem aos psiquiatras diagnosticar a um menor com esta problemática.



Segundo McHugh os defensores da transsexualidade não são honestos com os estudos que mostram que entre o 70% e o 80% dos meninos que expressam sentimentos transgênero “perdem espontaneamente essas sensações” com o tempo. Ademais, para aqueles que se submeteram a cirurgia de resignação sexual, a maioria disse que estavam “satisfeitos” com a operação, mas seus posteriores resultados psicosociais “não eram melhores que os que não tiveram a cirurgia”.


 

 


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