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Os Montécchios e capuletos

famílias que se apaixonam... mesmo sendo inimigas
REFLEXÃO E AÇÃO AUTOR Waner Lenke 03 DE JUNHO DE 2012

Quando o escritor William Sheakspeare, não fizesse idéia de que estava tratando de um problema muito comum com as pessoas ( e nas igrejas também).






A história dos Montécchios e Capuletos nos conta a saga de dois representantes destas famílias que se apaixonam, mesmo estas famílias sendo inimigas.

Um dos dados interessantes na história é que não nos é informado o porque estas famílias são inimigas, ou seja não sabemos o que foi o estopim desta rusga, que é colocada acima da felicidade dos membros destas famílias.


É triste vermos em nossas igrejas famílias que poderiam ser descritas pelos eventos existentes nesta história. Aguardam qualquer evento, o mais insignificante que seja, o mais simples que seja, ou mesmo eventos que não tem nada de discriminatório, para declarar em alto e em bom som que alguém está aproveitando para ferir sua família.


Como na história vemos que os eventos são passados de pais para filhos, repassando para futuras gerações a mediocridade infantil de outros. Sim, mediocridade infantil, pois pessoas adultas devem aprender a resolver os seus problemas entre si de forma adulta e não na tentativa de envenenar pessoas umas contra as outras, quem assim o faz demonstra não ter crescido e sim ter se tornado um eterno ser infantil cheio de “não-me-toques”. Ainda mais quando tratamos de pessoas que professam ser cristãos pois quando agem assim ignoram o que Jesus disse em Mateus 5:13.


È interessante ver que as duas famílias eram comerciantes, ou seja, vendiam coisas que outros fabricavam (nada contra comerciantes), mas nota-se que não produziam nada e viviam de comerciar o trabalho de outros, é interessante verificar que pessoas assim não produzem nada pro Reino de Deus, apenas sobrevivem do trabalho de outros, muitas vezes dependendo de quem esteja fazendo o trabalho fazem de tudo para que fracasse. Deveriam ver o que Jesus diz “... Uma casa dividida não prevalece...”(Marcos 3:25), após alguns anos se verificarmos estas famílias vamos ver a conseqüência: Irmãos brigados, pais que choram a situação da família e se perguntando aonde erraram.


Ás vezes, tentam demonstrar uma espiritualidade hipócrita, tentando demonstrar preocupação com o NÃO CRESCIMENTO DA IGREJA, mas esquecem que são verdadeiros Acãs, escondendo dentro de suas tendas o pecado de não perdoar ao seu irmão, e ainda trazendo maldição sobre sua família influenciando-os e incentivado-os á não perdoar. Lembre-se quantas vezes vemos famílias destruídas por eternizar certos pecados. Ainda mais quando pensamos que este é um pecado abominável aos olhos de Deus (Provérbios 6:16-19).

Mas irmãos, esta história ainda não está acabada, ainda podemos mudar o rumo dela, vamos aprender a nos perdoar “setenta vezes sete” (Mateus 18:20), e aprender a benção de viver em comunhão com os irmãos (Salmo 133:1) e ver como é bom ter o mesmo coração (Atos 4:32) e assim nossa igreja estará caindo na graça do povo (Atos 2:47) e ver uma multidão de pessoas achegando-se à Deus pelo nosso amor como irmãos(I João 3:18). Esta decisão cabe apenas a você, lembre-se do que diz I João 1:9.


Ao ler este devocional talvez a primeira pessoa que você deva se esforçar para perdoar seja eu. Porém este devocional foi escrito para lhe ferir (Provérbios 27:6) e lhe fazer tomar uma atitude e quero lhe incentivar a mudar de posição quanto ao perdão. Talvez pense que este devocional foi “encomendado”, sim foi encomendado por Deus e direcionado para você e para mim. A falta de perdão traz doenças físicas e espirituais para você principalmente, mas também contamina a igreja. Deus te abençoe e te faça tomar a decisão certa.


E aí irmão você quer ser conhecido como Montécchio, Capuleto ou Filho de Deus?
 

 


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