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“Bola pra lá, bola pra cá”

Trata-se de outro assunto mais importante e que nos aflige e preocupa
ATITUDE AUTOR Fernando Heise 13 DE MAIO DE 2012

Você deve estar lendo o título e imaginando: Será que se trata de um comentarista narrando um jogo de tênis? Brincadeirinha, mas não. Trata-se de outro assunto mais importante e que nos aflige e preocupa.


Você deve ter visto na TV ou em outro meio de comunicação a briga entre duas das maiores igrejas evangélicas no Brasil. Pois é, a disputa entre essas igrejas estão motivando denúncias para todo lado. E nessas horas que penso: Como a mídia é sensacionalista! Publicam o que querem publicar, editam aquilo que querem editar. Como tem poder!


Bem, não pretendo condenar ninguém, mas apenas refletir sobre este tema que foi levantado nestas denúncias.


Oito séculos antes de Cristo, nos dias do profeta Miquéias, alguns homens inescrupulosos se acharam no direito de oferecer orientação espiritual em troca de dinheiro. Miquéias os alertou vigorosamente com as seguintes palavras: “Seus sacerdotes ensinam por um preço determinado, seus profetas fazem prognósticos por dinheiro. E depois, pretendem apoiar-se no Senhor, dizendo: ‘Não está o Senhor no meio de nós? ’ (Mq 3:11)


Por meio de Miquéias, Deus não deixou nenhuma margem de dúvida quanto a como encarava a venda de ‘instruções espirituais’ e ‘serviços proféticos’. Os indivíduos que se empenhavam nessa conduta vergonhosa sem falta teriam de prestar contas com aquele a quem hipocritamente afirmavam representar.


Também nos dias de Jesus houve elementos assim. Basta ler no livro de João, capitulo dois, versos de 13 a 17. Aqueles homens gananciosos não tinham respeito nem mesmo pelo templo em Jerusalém. Aproveitavam-se especialmente das festividades religiosas, tais como a Páscoa, para lucrar com a venda de animais para sacrifício. A atitude de Jesus deixou claro que Deus não aprovava tal proceder. Enxergar oportunidade de lucro material na venda de serviços religiosos só pode ser algo característico dos que “que causam divisões entre vocês, os quais seguem a tendência da sua própria alma e não têm o Espírito”. (Jd 17-19).


A situação hoje não é diferente, senão pior do que no passado. Na mistura de gritos, relatos sensacionalistas, música tocante e apelo fervoroso, alguns líderes religiosos encontram uma oportunidade de lucrar à custa da equivocada fé das massas. De forma bem semelhante, outros indivíduos vendem informações deturpadas acerca de determinados grupos religiosos, e ainda mascaram seus vis objetivos com a desculpa de que isso é feito para “evangelizar”. Dessa forma, reclamam para eles o apoio de Deus, assim como faziam os inescrupulosos sacerdotes e profetas dos dias de Miquéias, como que dizendo: ‘Não está o Senhor no meio de nós? ’. (Mq 3: 9-11)


Quero terminar com o que o apóstolo Paulo escreveu em 2 Co 2:17: “Ao contrário de muitos, não negociamos a palavra de Deus visando lucro; antes, em Cristo falamos diante de Deus com sinceridade, como homens enviados por Deus.”
 

 


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