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A adição de Sandra Bullock

Uma nova enfermidade conhecida desde os últimos anos do século passado.
COM OUTRO RITMO 30 DE OUTUBRO DE 2011

Sandra Bullock participou em alguns dos filmes mais conhecidos nos anos 90, como “A red”, “Speed” ou “Enquanto dormias”.



Quando vemos a quantidade de filmes nas que atuou e o pouco tempo que passava entre um e outro, compreendemos perfeitamente o que reconhecia em uma entrevista recente: “Não fui drogada nem alcoólica, mas abusei de outras coisas para escapar da realidade. O trabalho tem sido minha droga”.



Uma nova enfermidade conhecida desde os últimos anos do século passado. Os viciados no trabalho. Tem muita gente assim. Aparentemente não podemos dizer nada, porque o que trabalha demasiado, inclusive tem pendurada esta “etiqueta” de cidadão exemplar.



O problema pode chegar a ser muito grave, porque leva à luz muitas coisas ocultas. Tem gente que só vive para trabalhar, este é o absoluto de sua vida.



Muitos trabalham mais da conta porque tem verdadeiro pânico ao tempo livre. Outros se protegem no trabalho por seus muitos problemas de relações com os demais, com sua família, com os amigos ou inclusive consigo mesmo.


Outros vivem assim, porque em seu coração só tem lugar para uma ambição excessiva. Querem ganhar o máximo possivel, alcançar as mais altas cotas de poder e ser conhecido e admirados por terem mais que nenhum outro. Esse é um problema pessoal muito grave, porque sua auto-estima como pessoa depende do que fazem, de ter seu tempo ocupado. Não são capazes de aguentar uma tarde sem fazer nada, um momento a sós com um amigo ou um dia dedicado a sua família. Parece como se fosse um pecado capital deixar de trabalhar.



Faz pouco via uma reportagem dedicada às famílias que perderam a algum ser querido no atentado terrorista contra as Torres Gêmeas. Quando lhes preguntavam o que sentiam, uma mulher cujo pai trabalhava no piso 62 de uma das torres disse: “Daria tudo o que tenho para voltar a manhã do 11 de setembro, só para dizer a meu pai que lhe amo” Quando perdemos o importante, nos damos conta que talvez tenhamos dedicado muita força em nossa vida ao cotidiano.



O fazemos porque a grande maioría da gente vive somente para o êxito. Isso é o que buscam. Não lhes preocupam as coisas bem feitas, nem a grandeza, nem o que ocorra aos demais, o único que muitos buscam é ter êxito. E o êxito é uma das piores drogas que existem.



Ficas cego completamente, tanto que eres capaz de renunciar a tudo para chegar a ter o que é impossível de alcançar. Enquanto que a realidade se escapa. Os melhores momentos se perdem e quando compreendemos o que é realmente importante, para muitos é já muito tarde.
 

 


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