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O Alzheimer espiritual

Estes cristãos velhos, porém imaturos, chegam a constituir um verdadeiro pesadelo nas congregações
ENFOQUE 09 DE JANEIRO DE 2012

O denominado “mal de Alzheimer” é uma doença neurológica e irreversível que desemboca na demência e posterior morte da pessoa que a padece.



Na primeira fase se diz que a pessoa “tem dores e sofrimentos”. A medida que a doença avança o paciente se torna incapaz de realizar tarefas habituais como lavar o rosto, pentear, etc. Gradualmente vai esquecendo os nomes dos familiares mais próximos. Perde a faculdade de mastigar. Não fala. Se nega a comer. Chega um desmoronamento total das faculdades físicas e psíquicas. Se afunda em coma até que falece.



Entre 60 e 80% destes enfermos se acham ao cuidado de pessoas com quem convivem, que vão se enfrentar a diário com uma grande quantidade de problemas. São numerosos os familiares que são obrigados a abandonar seus trabalhos ou a aposentar-se antecipadamente para poder dedicar às necessárias atenções a parentes que sofrem deste mal.



O Novo Testamento nos fala de um tipo de Alzheimer espiritual que paraliza o desenvolvimento interior da pessoa que o padece e chega a convertir-se em um pesadelo para seus familiares na fé, para os que convivem com o enfermo na mesma igreja local.



É opinião generalizada que a epístola aos Hebreus foi escrita em torno ao ano 65 de nossa era com o objetivo de emendar a doutrina e fortalecer a fé da numerosa comunidade cristã convertida do judaísmo.



O autor reprova aos destinatários sua indolência espiritual. Dado o tempo passado desde a conversão deveríam ser já professor na fé. É uma vergonha –disse- que podendo alimentar-se de manjar sólido, tenham necessidade de leite, o alimento dos bebês.



Paulo utiliza uma expressão semelhante queixando-se dos corintios. (Hebreos 5:12-14 y 1ª Corintios 3:13).



A estes cristãos atacou na maturidade o Alzheimer espiritual e voltaram aos primeiros balbucios. Se fazem torpes de ouvido. Escutam, mas não ouvem. São pesos mortos nas igrejas. Não cooperam, ao contrário, reclamam toda a atenção, tem que estar cuidando deles, atentos a seus gestos, a seus caprichos infantis.



Estes cristãos velhos, porém imaturos, chegam a constituir um verdadeiro pesadelo nas congregações, como ocorre com o autêntico enfermo de Alzheimer no seio familiar.



Este tipo de crentes considera a igreja com sua visão interior e a vê como um corpo fossilizado, estático, como a uma mumia fechada em um sarcófago de ouro. Olhando no espelho de sua própria vida espiritual, negam a igreja o direito de crescer, a se desenvolver, a evolucionar para ampliar seus serviços aos homens.



O imobilismo físico e psíquico da pessoa afetada de Alzheimer detém a natural evolução corporal e mental.



O imobilismo do cristão que padece de Alzheimer espiritual paraliza a constante viagem até Deus e, quando isto ocorre, as consequências se sentem em toda a igreja.
 

 


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